Nos anos 1970, os defensores dos direitos das mulheres tinham muitas dúvidas em relação à mastectomia. Afirmavam que os cirurgiões – grupo que na época era formado quase que somente por homens – removiam as mamas demasiadamente rápido após o diagnóstico de cancro.
Mas hoje as coisas mudaram. Uma nova geração de mulheres exige que os médicos utilizem abordagens mais agressivas, e um número cada vez maior está a pedir que se retire até as mamas saudáveis com o intuito de evitar o aparecimento de um cancro.
Os cientistas estimam que até 15% das mulheres com cancro de mama – 30 mil casos ao ano – optam por retirar as duas mamas, decisão que, no final dos anos 1990, era tomada por 3% das mulheres. Aparentemente a grande maioria dessas mulheres nunca realizou testes ou recebeu aconselhamento genético e toma a decisão com base mum medo exagerado de risco de reincidência.
Além disso, os médicos afirmam que é cada vez maior o número de mulheres que pede para se submeter à mastectomia sem ter recebido diagnóstico de cancro, amparadas pela existência de um risco genético. (Essas mulheres não constam dos bancos de dados de registo de cancro e por isso o seu número é desconhecido).
«O que enfrentamos é quase uma epidemia de mastectomia profilática», afirmou Isabelle Bedrosian, oncologista cirúrgica do Centro Oncológico M.D. Anderson, em Houston. «Eu acredito que a comunidade médica tenha notado. Por que as mulheres têm optado pela cirurgia, se não temos dados que expressem essa necessidade do ponto de vista oncológico?»
Um dos motivos talvez sejam as campanhas intermináveis de sensibilização que incutiram nas mulheres um medo permanente da doença. É possível que os aprimoramentos das cirurgias de reconstrução também estejam a contribuir com essa tendência, bem como o anúncio público de celebridades sobre a decisão de realizar a mastectomia preventiva.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=614157
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
domingo, 22 de julho de 2012
Diário Digital: Peixes azuis fundamentais para prevenção da osteoporose
Para manter os ossos fortes e prevenir a osteoporose1 não basta a ingestão diária de produtos lácteos. Os peixes azuis, tais como a sardinha, o atum, a cavala, o carapau ou as anchovas, podem, e em muito, contribuir para a prevenção desta doença que atinge cerca de 800 mil portugueses e uma em cada duas mulheres em todo o mundo.
A sardinha, a cavala o carapau e o atum assumem-se, então, como ferramentas valiosas, assim como os frutos do mar como a lula, o lagostim ou o camarão. Por serem uma importante fonte de cálcio ajudam a combater esta doença que afecta cerca de metade da população com mais de 70 anos. Uma opção prática e económica é o consumo de pescado em conserva, que graças ao seu processamento, apresenta-se como uma excelente fonte de cálcio.
Estes dados revelam-se de elevada importância quando são revelados os resultados do estudo desenvolvido por especialistas dinamarqueses, segundo o qual se calcula que cerca de 45% das mulheres sofrerão uma fractura osteoporótica ao longo da sua vida.
Apesar de ser do conhecimento geral que o pescado, nomeadamente as espécies denominadas de peixe azul, são ricas em ácidos gordos polinsaturados ómega-3, com benefícios comprovados ao nível da saúde cardiovascular, mas o que muitos não sabem, é que os peixes gordos são ricos em cálcio e vitamina D, cujas propriedades ajudam a fixar o cálcio e assim, a prevenir a osteoporose.
A osteoporose é uma doença metabólica, caracterizada pela redução da massa óssea. Esta perda de consistência faz com que os ossos fiquem cada vez mais frágeis e mais susceptíveis a partir. A ingestão diária de alimentos ricos em cálcio pode ajudar a prevenir a osteoporose, no entanto, para a sua fixação efectiva é necessário combinar estes alimentos com a absorção de vitamina D.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=582685
A sardinha, a cavala o carapau e o atum assumem-se, então, como ferramentas valiosas, assim como os frutos do mar como a lula, o lagostim ou o camarão. Por serem uma importante fonte de cálcio ajudam a combater esta doença que afecta cerca de metade da população com mais de 70 anos. Uma opção prática e económica é o consumo de pescado em conserva, que graças ao seu processamento, apresenta-se como uma excelente fonte de cálcio.
Estes dados revelam-se de elevada importância quando são revelados os resultados do estudo desenvolvido por especialistas dinamarqueses, segundo o qual se calcula que cerca de 45% das mulheres sofrerão uma fractura osteoporótica ao longo da sua vida.
Apesar de ser do conhecimento geral que o pescado, nomeadamente as espécies denominadas de peixe azul, são ricas em ácidos gordos polinsaturados ómega-3, com benefícios comprovados ao nível da saúde cardiovascular, mas o que muitos não sabem, é que os peixes gordos são ricos em cálcio e vitamina D, cujas propriedades ajudam a fixar o cálcio e assim, a prevenir a osteoporose.
A osteoporose é uma doença metabólica, caracterizada pela redução da massa óssea. Esta perda de consistência faz com que os ossos fiquem cada vez mais frágeis e mais susceptíveis a partir. A ingestão diária de alimentos ricos em cálcio pode ajudar a prevenir a osteoporose, no entanto, para a sua fixação efectiva é necessário combinar estes alimentos com a absorção de vitamina D.
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