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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Bem-vindo Campeão!

Desta vez a ausência foi mais do que justificada. O mais recente membro da família nasceu no passado dia 14 e tem-nos ocupado todo o dia... e toda a noite...

Isto de acordar tantas vezes durante a noite deixa as suas marcas, mas prometo voltar à escrita assim que conseguir dormir 4 horas de seguida :)

Até lá, e durante os meses de Julho e Agosto, vamos ter um best of do Dicas da Migalha, recordando os artigos mais lidos de sempre!

Agora, se me dão licença, tenho uma fralda para ir mudar...

Até breve!

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Diário Digital: Já nasceram cinco bebés do Banco Público de Gâmetas e outros vêm a caminho

O Banco Público de Gâmetas, a funcionar desde maio de 2011 na Maternidade Júlio Dinis, no Porto, já proporcionou o nascimento de cinco bebés concebidos com sémen de dador, disse hoje à Lusa a diretora da unidade.

Isabel Sousa Pereira salientou que, além dos bebés que já nasceram, há outras mulheres grávidas.

A responsável congratulou-se com o facto de em dois anos de funcionamento, o único banco público de gâmetas português ter resolvido o problema de todos os casais inscritos na sua lista de espera para tratamentos de procriação medicamente assistida com gâmetas de dador.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=637875

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Correio da Manhã: Desempregadas abortam mais

Em 2012 foram realizadas 18 924 interrupções voluntárias de gravidez (IVG), menos 1513 que em 2011, mas aumentaram as mulheres de-sempregadas a recorrer ao aborto: 4179 no ano passado e 3871 no ano anterior.

Os dados foram divulgados ontem pela Divisão de Saúde Sexual, Reprodutiva, Infantil e Juvenil da Direção Geral de Saúde (DGS), que revela ainda que há menos estudantes a abortar. Em 2011 foram registadas 3355 IVG de mulheres que disseram ser estudantes e no ano passado este número baixou para 3093.

Segundo o mesmo relatório, 69,7% das interrupções foram feitas no Serviço Nacional de Saúde (SNS), que recorre mais ao método medicamentoso. Nas unidades de saúde privadas, que fizeram 30,3% dos abortos, correspondentes a 5741 IVG, verificou-se um aumento do recurso ao método medicamentoso, embora ainda predominem as cirurgias.

Entre as mulheres que efetuaram a interrupção em 2012, 73,9% nunca o tinham feito anteriormente. Verificou-se uma diminuição do número de mulheres que fizeram mais do que um aborto no mesmo ano. Em termos de distribuição das IVG por região de saúde, a região de Lisboa e Vale do Tejo lidera.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/saude/desempregadas-abortam-mais

domingo, 19 de maio de 2013

Jornal de Notícias: Mulher que recebeu transplante de útero teve de abortar

Os médicos de um hospital turco interromperam a gravidez de Derya Sert, a primeira mulher que recebeu um transplante de útero, anunciou hoje uma fonte médica.

"A gravidez de Derya Sert foi interrompida porque após oito semanas de gestação, a ecografia não mostrava os batimentos cardíacos do embrião", disse, em comunicado, Mustafa Ünal, médico chefe do Hospital Universitário de Akdeniz, no sul da província turca de Antalya.

Os médicos do hospital anunciaram, a 12 de abril, a primeira gravidez de Sert, que recebeu o transplante de útero de uma doadora falecida, revelando o sucesso da implantação de vários embriões fecundados 'in vitro'.

Derya Sert, de 23 anos, nasceu sem útero e tornou-se na primeira mulher a receber, com sucesso, um transplante de útero em agosto de 2011.

Uma primeira tentativa de transplante, realizada em 2000 na Arábia Saudita, a partir de uma doadora viva, resultou em fracasso passado três meses.

O sucesso do transplante realizado em 2011 por uma equipa de médicos turcos em Antalya tem dado esperança a milhares de mulheres que não conseguem ter filhos.

De acordo com dados estatísticos citado spela agência AFP, uma mulher em cada 5.000 no mundo nasce sem útero.

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3218993&seccao=Sa%FAde&page=-1

domingo, 28 de abril de 2013

Diário Digital: Três milhões de bebés morrem anualmente no primeiro mês de vida

Cerca de três milhões de bebés morrem todos os anos nas quatro primeiras semanas de vida, número que tem aumentado apesar de uma redução global da mortalidade infantil, alertam especialistas reunidos em Joanesburgo.

«Até dois terços das mortes de recém-nascidos podem ser evitadas», disse na reunião, que decorreu na segunda-feira, a ativista Graça Machel, mulher do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela.

Alertando que as medidas necessárias são muitas vezes simples e baratas, Graça Machel lamentou a falta de urgência na busca de formas de salvar os milhões de recém-nascidos que morrem nas primeiras semanas de vida.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=627480

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Partilhar a licença de parentalidade

Os tempos estão a mudar (e não me refiro ao sol que finalmente resolveu aparecer). As mentalidades estão a mudar! Felizmente!

As crianças de hoje já não são apenas criadas pelas mães, mas também pelos pais. Pais esses que não só têm prazer em fazer parte da educação e crescimento dos filhos, como fazem questão de o fazer. Pais que não se limitam a ser um parceiro de brincadeira, mas que mudam fraldas, dão a sopa, vão às reuniões na escola, aturam birras e ouvem desabafos.

E tudo começa à nascença, com a partilha da licença de parentalidade! A Lei portuguesa concede mais 30 dias de licença às mães e pais que a partilhem (no mínimo 30 dias para cada um), numa tentativa de incentivar a partilha de obrigações e responsabilidades.

Infelizmente, ainda são muitos os casais que não partilham a licença. Infelizmente, ainda são muitos os pais que não gozam sequer os dias a que têm direito em exclusivo. Infelizmente, as mentalidades ainda têm muito que mudar.

Desconheço as razões, mas ouvi, mais do que uma vez, a seguinte justificação: “ah, é muito complicado estar ausente do trabalho por 30 dias…”. A esta desculpa, dou a seguinte resposta: primeiro, não têm de gozar os 30 dias de seguida, podem dividir em dois períodos de 15 dias; segundo, se a mãe se pode ausentar durante 4 ou 5 meses, porque é que o pai não o pode fazer durante 1 mês?; e terceiro, é um direito que vos permite fazer parte da vida que acabaram de gerar.

E se têm receio das reacções no trabalho (acredito que sejam negativas, em muitos casos), digo-vos: as mudanças na mentalidade geral da sociedade só se conseguem quando defendemos aquilo em que acreditamos. Se querem gozar parte da licença, têm esse direito e a obrigação de o fazer valer! Pensem nisso.

Boa partilha!

sexta-feira, 22 de março de 2013

Jornal de Notícias: Pediatra mostra em livro que os homens também ficam grávidos

O pediatra Mário Cordeiro lança, esta terça-feira, um livro destinado a futuros pais, que pretende mostrar aos homens que eles próprios ficam "grávidos", sofrendo alterações corporais, hormonais e psicológicas durante os nove meses de gestação.

A obra "Vou ser pai" assume-se como um "manual de sobrevivência" para os homens que estão prestes a ter um filho.

"O objetivo é os pais saberem o que se passa consigo, em aspetos que têm a ver com a masculinidade, a passagem de 'miúdo' para adulto, de filho para pai, a mudança de triângulo pai-mãe-filho, em que eram o vértice 'filho', para um novo em que são o vértice 'pai'", explica Mário Cordeiro à agência Lusa.

Para o pediatra, os homens estiveram muitos milénios afastados de uma parte essencial da sua vida, que é a gestação e conceptualização de um filho.

"Até há bem pouco tempo, os pais 'entravam no filme' só quando a criança era mais crescida, perdendo, eles e o bebé, um imenso tempo, irrecuperável, de ligação, de criação de laços e envolvimento no crescimento", refere o também professor na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa.

Mário Cordeiro define a gravidez para o homem como "um pontapé na morte e a garantia da eternidade", uma realidade que traz muitas alterações sentimentais e psicológicas.

Mas os homens sofrem também alterações corporais e hormonais durante a gestação de um filho, o que leva o pediatra a afirmar que um pai também fica grávido, insistindo que a expressão deve ser usada mesmo sem aspas.

Por isso, o livro tem uma parte que acompanha a gravidez mês a mês, desenvolvendo o que os pais vão sentindo ao longo das 40 semanas, incluindo aspetos práticos como consultas, ecografias ou análises necessárias durante a gestação.

Segundo o especialista, a obra pode ajudar os homens a entender melhor o que se passa com a mulher, tornando-os mais empáticos nesta fase das suas vidas. Por outro lado, para as mulheres o livro pode servir para compreender o que homem sente: a ambiguidade e ambivalência dos seus sentimentos.

São 10 capítulos, distribuídos por mais de 300 páginas, com temas tão diversos como "os aspetos biológicos e emocionais durante a gravidez", o sexo após o parto ou os direitos dos pais durante a gravidez.

Na secção "Das cavernas ao século XXI", o autor tenta resumir as funções do homem e a sua posição na vida familiar ao longo de milénios.

Em apenas duas décadas, as alterações no papel do pai já são bastante significativas, considera Mário Cordeiro. "Os homens deixaram, creio e espero que na maioria, de se sentir culpados de gostarem de ser pais, ou de ter de viver a parentalidade e os afetos na clandestinidade. A sociedade reconhece os direitos dos pais e que, para o superior interesse da criança, é necessário pensar que pai e mãe desempenham papéis diferentes, complementares e insubstituíveis", comenta à agência Lusa.

Para Cordeiro, os pais estão ainda, finalmente, a "recuperar o bem-estar, o prazer de estar em casa e com os filhos", sem vergonha de mudar fraldas, dar mimo e de mostrar amor.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=3102880&page=-1

sexta-feira, 15 de março de 2013

Diário Digital: Declínio da fertilidade pode afectar o desejo de engravidar

Os médicos são unânimes: por mais que a ciência tenha dado grandes saltos em pesquisas, medicamentos, exames e tratamentos, quando se fala em reprodução, ainda é o tempo quem dá as cartas. Quanto mais a idade avança, mais o corpo feminino envelhece e, com ele, os óvulos que a mulher carrega desde que nasceu. Assim, engravidar vai tornando-se uma tarefa mais difícil para o organismo e, às vezes, perigosa para a saúde feminina.

«É preciso reconhecer que a biologia não acompanha o avanço social feminino», diz Mario Cavagna, director da divisão de reprodução humana do Hospital Pérola Byington – Centro de Referência da Saúde da Mulher, em São Paulo.

Evidentemente, há mulheres que se tornaram mães aos 40, 50 e até 60 anos, no entanto, os especialistas são categóricos ao dizer que elas são excepções e viveram histórias de risco. «Muito se fala de casos de sucesso, mas quase nada se noticia sobre gestantes mais velhas que tiveram problemas sérios de saúde durante os nove meses ou deram à luz a bebés portadores de doenças genéticas», diz Paulo Bianchi, médico coordenador do Grupo Huntington Medicina Reprodutiva no Hospital Samaritano, também na capital paulista.

Segundo o relatório «Estatísticas do Registro Civil 2011», divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 18,3% das novas mães têm entre 30 e 34 anos actualmente. Há dez anos, quase a mesma percentagem (20,9%) estava na faixa de 15 e 19 anos.

O problema de deixar esse plano para um futuro indeterminado é que muitas adiam a maternidade sem saber detalhes do próprio corpo e quando chegam ao consultório do ginecologista a dizer que querem engravidar podem receber uma notícia não muito animadora: o tempo não está a favor.

Diversos estudos divulgados mundo afora indicam que, até por volta dos 35 anos, a fertilidade feminina em geral é satisfatória. Depois disso, ano após ano, a queda é cada vez mais acentuada. O artigo «Optimizando a Fertilidade Natural», da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, publicado em 2008, apresentou um gráfico que relacionou a idade de mulheres de várias épocas e lugares do mundo com a taxa de gravidez. Entre 20 e 25 anos, o número de mulheres que engravidou ficou entre 400 mil e 600 mil. Entre 30 e 35 anos, declinou para a faixa de 300 mil a 500 mil. Depois dos 40 anos, caiu para 200 mil, baixando para a faixa de 100 mil a zero entre 40 e 45 anos.

Também é de conhecimento médico que com o avançar da idade não só a fertilidade declina como também aumentam os números de abortos e de bebés nascidos com problemas genéticos, como a síndrome de Down.

Isso tudo porque não só a quantidade de óvulos diminui: a qualidade do material cai. Bianchi afirma que, durante a ovulação, o óvulo passa por um processo de divisão chamado meiose. Ele perde metade do seu material genético para se juntar a um espermatozóide, que também só tem metade do material genético, e então formar o embrião, com a carga total de material necessária.

Com o avanço da idade feminina, a meiose vai ficando cada vez mais instável: um óvulo pode perder mais ou menos metade do material genético e com isso fica mais difícil de ser fecundado. E ainda assim, se a fecundação ocorrer, são grandes as hipóteses de um aborto ou de o feto nascer com alguma deficiência.

«Todo o ginecologista, além de conversar com a paciente a respeito da importância de ter um estilo de vida saudável, o que inclui cuidados com a alimentação e precauções para evitar doenças sexualmente transmissíveis, tem de fazer o aconselhamento reprodutivo. Ele peca por omissão se não abordar o assunto e instruí-la a respeito das dificuldades e dos problemas de uma gestação tardia. Não se trata de incentivar ninguém a engravidar, mas sim de esclarecer e explicar a importância de planear a maternidade», declara Cavagna.

Não há como aumentar o tempo de vida fértil. «Tomar a pílula de modo ininterrupto não ajuda a postergar o tempo da fertilidade, só interrompe a menstruação. Os óvulos, tal como outras células, nascem já com prazo de vida, é a chamada apoptose, a morte celular programada», diz Eduardo Cordioli, coordenador médico da obstetrícia do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Mas há o que considerar ao conversar com o ginecologista se a mulher deseja engravidar depois dos 35 anos e quer saber o quão isso pode ser arriscado:

- A idade em que a mãe, as avós e as tias maternas entraram na menopausa. É provável que a mulher siga a mesma tendência;

- A idade em que ocorreu a primeira menstruação. Quanto mais cedo, mais cedo findará a vida fértil;

- O intervalo entre os ciclos menstruais. Se eles estão a ficar mais espaçados, pode ser um sinal de que a fertilidade está a declinar;

- O estilo de vida. Se a mulher fuma, bebe ou tem excesso de peso prejudica cada vez mais as probabilidades de gestar. O tabagismo, por exemplo, acelera a destruição dos folículos ovarianos, afectando gravemente a função reprodutiva. Uma alimentação deficitária em zinco e selénio também não é recomendada;

- A realização de quimioterapia ou radioterapia, tratamentos que alteram a fertilidade.

Além de uma conversa detalhada com o ginecologista, é possível averiguar com um exame de sangue como anda a saúde reprodutiva em relação ao que é esperado para a faixa etária e então pensar se vale ou não postergar a gravidez. «Trata-se da dosagem da hormona Anti-Mülleriano (AMH) ou Substância Inibidora Mulleriana (MIS), que determina a reserva folicular ovariana», diz Cavagna.

Quanto maior a reserva, menos arriscado é o adiamento, ainda que não seja um dado determinante, já que, para engravidar, outros aspectos corporais precisam de estar em ordem.
Optar pelo congelamento de óvulos é uma saída em que muitas mulheres têm pensado como solução para adiar a gestação antes mesmo de chegar ao consultório ginecológico.

Embora essa seja uma opção válida, os médicos pedem cautela: o procedimento não é uma garantia de gravidez, ainda mais tratando-se de implantar o embrião, fruto de um óvulo congelado, em mulheres com idade avançada –principalmente mais de 40 anos. Muitas pacientes depositam toda a sua confiança em técnicas de reprodução assistida e esquecem-se de que os procedimentos, por mais modernos que sejam, continuam a precisar de um material básico, o óvulo, e de um organismo saudável.

«Pouco adianta implantar o embrião depois dos 40. Há que considerar que o corpo já está mais velho, que é mais difícil aguentar uma gestação», diz Cordioli.

Também não é indicado pensar em congelar depois dos 35 anos. O ideal, de acordo com Cavagna, é optar pelo congelamento entre 28 e 32 anos, período em que os óvulos têm mais qualidade. Segundo Cordioli, há o perigo de postergar o uso de óvulos congelados. «Não existem ainda pesquisas consistentes que assegurem quanto tempo o material aguenta em boas condições.»

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=620353

segunda-feira, 11 de março de 2013

It's a...

...boy!

Pois é, afinal as coisas cá por casa vão ficar mais equilibradas. Vem aí um rapagão que gosta muito de dar pontapés!

A migalhinha ainda se está a habituar a dizer “mano” em vez de “mana”, mas tenho a certeza que vai adorar ter um grande amiguinho.

O papá anda delirante com o seu jogador da bola!

A mamã alegre da vida com o casalinho!

Vai ser uma experiência diferente, um desafio, uma vida nova... novamente! :)

Bons bebés!

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Público: Poluição faz nascer bebés com menos peso

As mães que respiram a poluição atmosférica produzida pelo uso dos combustíveis fósseis têm maiores probabilidades de os seus filhos nascerem com peso reduzido, mostra um estudo internacional publicado na revista Environmental Health Perspectives.

O extenso estudo passou por recolher informação sobre três milhões de nascimentos em 14 locais de nove países na América do Norte, na América do Sul, na Europa e na Ásia. Os investigadores detectaram uma associação entre os locais mais poluídos e recém-nascidos com baixo peso.

Considera-se um recém-nascido com baixo peso quando tem menos de 2,5 quilos. Esta condição pode ter várias consequências, incluindo o risco de mortalidade e morbilidade pós-natal e problemas de saúde crónicos ao longo da vida.

“O que é significativo é que praticamente toda população mundial está normalmente exposta aos níveis de poluição atmosférica de que estamos a falar”, diz Tracey Woodruff, cientista e uma das investigadoras principais deste estudo, da Universidade da Califórnia em São Francisco. “Estas partículas microscópicas, que são mais pequenas do que a grossura de um cabelo, estão no ar que todos respiramos”, refere em comunicado.

A poluição atmosférica é medida pelo tamanho das partículas, em micrómetros, e pelo peso, em microgramas por metro cúbico. As regulações nos Estados Unidos exigem que, em média, ao longo do ano, a concentração destes poluentes não seja superior a 12 microgramas por metro cúbico, e que as partículas meçam menos do que 2,5 micrómetros. Na União Europeia, o limite é de 25 microgramas por metro cúbico. Em Pequim, na China, foram recentemente medidas concentrações de 700 microgramas por metro cúbico.

http://www.publico.pt/ciencia/noticia/poluicao-faz-nascer-bebes-com-menos-peso-1583509

sábado, 26 de janeiro de 2013

Diário Digital: Nascimento de bebés prematuros tem crescido no mundo

O nascimento de bebés prematuros tem crescido no mundo. Segundo o último relatório da Organização Mundial da Saúde, divulgado no ano passado, o Brasil é o 10º país com maior taxa de prematuros, com 9,2% dos bebés a nascer antes das 37 semanas de gestação.

Entre 1990 e 2010, a OMS estima um aumento de 9% nesses nascimentos na América Latina.

«Pensava-se que essa taxa fosse diminuir por causa do aumento nos cuidados pré-natais, mas as mães têm tido filhos mais tardiamente», afirma Alice Deustch, coordenadora da UTI Neonatal do Hospital Israelita Albert Einstein.

«Ao mesmo tempo, essa melhor monitorização da gestação tem detectado problemas precocemente, o que pode levar à necessidade de interromper a gestação», diz Renato Procianoy, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Mães mais velhas têm maior risco por causa de doenças associadas, como a hipertensão. A fertilização in vitro muitas vezes gera gestações múltiplas e, não raro, prematuros.

As causas mais comuns para o nascimento de prematuros com menos de 28 semanas são infecções maternas, hipertensão e perfusão da placenta, afirma.

Filomena Bernardes de Melo, neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, diz que os limites de viabilidade têm se expandido em hospitais mais estruturados.

No Santa Joana, cerca de 60% dos bebés com 24 semanas sobrevivem. No Brasil como um todo, diz ela, o índice fica em 20%.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=610203

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Diário Digital: Hospital da Luz e SAMS aderem ao “Nascer Cidadão”

Os ministérios da Justiça e da Saúde e os hospitais da Luz e do SAMS assinam hoje protocolos para regular a adesão destas unidades de saúde ao projecto "Nascer Cidadão", que permite registar as crianças logo após o nascimento.

Desde o início do projecto “Nascer Cidadão”, lançado em Março de 2007, já foram registadas nos hospitais 391.799 crianças, o que corresponde a 90% do total de crianças nascidas em Portugal, segundo dados do Ministério da Saúde.

O "Nascer Cidadão" permite registar os recém-nascidos no próprio hospital ou maternidade, perante um funcionário do registo civil que se desloca às unidades de saúde. “Sendo o nascimento declarado no hospital, no posto de atendimento do nascer cidadão, não é necessária qualquer deslocação à conservatória do registo civil”, refere o Instituto de Registos e Notariados.

O registo de nascimento é gratuito, sendo entregue, de imediato, aos pais um comprovativo da sua realização.

O projecto permite ainda a identificação precoce de situações de risco para as crianças.

O ministro da Saúde, Paulo Macedo, e a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, assim como representantes dos hospitais da Luz e dos Serviços de Assistência Médico-Social dos sindicatos bancários, vão estar presentes na cerimónia de assinatura de protocolos, que decorrerá no Salão Nobre do Ministério da Justiça, em Lisboa.

O Nascer Cidadão é um projecto da iniciativa dos ministérios da Justiça, da Saúde e da Solidariedade e Segurança Social.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=609900

domingo, 20 de janeiro de 2013

Correio da Manhã: Três mil grávidas perdem o embrião

Quase três mil (2967) grávidas fizeram um aborto, em 2010, porque o embrião morreu nas primeiras semanas de gestação por causas desconhecidas, segundo revela o último relatório da Morbilidade Hospitalar no Serviço Nacional de Saúde, da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Lisa Vicente, responsável pelo Departamento de Saúde Reprodutiva da DGS explicou ao CM que os abortos retidos acontecem quando o embrião morre, em metade dos casos, “sem se saber muito bem porquê”. Nas outras situações ocorre devido a questões genéticas ou à toma de medicamentos.

Em 2010 houve ainda 183 abortos espontâneos, um número “relativamente baixo” comparativamente com os nascimentos em Portugal, que rondam em média os 100 mil por ano.

De acordo com o relatório da Direção-Geral da Saúde, três mulheres tiveram de receber cuidados hospitalares depois de tentativas de aborto que foi mal conseguido.

Além do registo dos abortos, o relatório refere que em 2010 nasceram nos hospitais públicos, no continente, 93 393 crianças, mais 11 032 do que no ano anterior, em que se registou um total de 82 360 nascimentos.

O relatório da Morbilidade Hospitalar avalia ainda os óbitos e, no ano em análise, registaram-se 28 mortes provocadas pelo consumo do álcool ou de drogas.

Segundo o relatório da DGS, em 2010 houve 3197 doentes a receber alta hospitalar por uso abusivo de álcool ou droga e perturbações mentais induzidas pelo uso daquelas substâncias.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/saude/tres-mil-gravidas-perdem-o-embriao

sábado, 19 de janeiro de 2013

Público: Bebés aprendem língua da mãe ainda no útero

Apenas algumas horas depois de nascerem, os bebés podem ainda não falar mas já são capazes de distinguir muitos sons e são até mais sensíveis a idiomas estrangeiros. As conclusões fazem parte de um estudo prestes a ser publicado no jornal científico Acta Paediatrica.

A nova investigação permitiu perceber que os bebés começam a absorver noções básicas de linguagem ainda no útero, sobretudo a partir das 30 semanas de gestação, sendo que uma gravidez normal tem cerca de 40 semanas. Os mecanismos sensoriais que permitem que o bebé oiça são sobretudo desenvolvidos nestas últimas dez semanas, diz o estudo, e à nascença é possível testar um pouco o que ouviram.

“Os sons das vogais numa conversa são os mais altos e o feto foca-se neles ainda no útero”, explica num comunicado Patricia Kuhl, uma das autoras do estudo do Instituto da Aprendizagem e Ciências do Cérebro da Universidade de Washington, acrescentando que a mãe é a primeira pessoa a ter influência neste campo no cérebro do bebé.

Os investigadores acompanharam 80 bebés de ambos os sexos, 40 dos quais em Washington (Estados Unidos) e outros 40 em Estocolmo (Suécia), que tinham nascido há menos de 75 horas e que ainda se encontravam no berçário. Metade dos participantes ficou a ouvir 17 sons de vogais na sua língua nativa e a outra metade 17 na outra nacionalidade, explicou Patricia Kuhl.

Para medir a reacção dos bebés aos sons, os cientistas utilizaram uma chupeta com um sensor ligado a um computador. Quando os bebés sugavam a chucha era emitido o som de uma vogal. Quando paravam o som também acabava e quando voltavam a chuchar era emitido um novo som. E perceberam que os bebés sugavam a chucha mais vezes e durante mais tempo quando as vogais eram pronunciadas na língua estrangeira, o que, explica Kuhl, demonstra que os fetos apreenderam alguns sons no útero da mãe e ainda nas primeiras horas de vida já revelam mais curiosidade em relação a sonoridades novas.

Algumas outras investigações já davam conta da capacidade do bebé para aprender e começar a distinguir alguns sons nos primeiros meses de vida, mas não existiam muitas provas sobre o facto de a aprendizagem da língua nativa começar ainda no útero. “Este é o primeiro estudo que mostra que os fetos têm uma aprendizagem pré-natal sobre sons particulares da língua da mãe”, acrescenta Christine Moon, outra das autoras do estudo e professora de Psicologia na Pacific Lutheran University.

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/bebes-aprendem-lingua-da-mae-ainda-no-utero-1579333

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Registos da gravidez

Nos próximos tempos vou dedicar um pouco mais de atenção ao tema da gravidez e maternidade. Como já sabem, é algo que em que pensamos muito nos últimos tempos :)

Chamem-me obsessiva (a enfermeira do hospital quase que chamou), mas todas as segundas-feiras de manhã, peso-me e meço a tensão arterial. Quando não me esqueço (!), também meço o perímetro abdominal. A ideia também é tirar fotografias à barriga, sempre na mesma posição, mas confesso que me tenho esquecido :(

Não tenho nenhuma obsessão com o peso ou isso, a sério! Eu explico! Quando fui seguida na gravidez da Migalhinha, era pesada em todas as consultas na mesma balança, mas a médica tanto descontava 1,5kg em roupa de Verão como 200gr com roupa de Inverno e nunca apontou quando perdi peso no início. Aquilo danou-me, pois embora estivesse a ter um aumento perfeitamente normal, senti que não estava a ser devidamente controlado.

Agora estou a ser seguida num outro hospital com outro médico, onde comecei a ser seguida às 38 semanas de gravidez da Migalhinha (longa história para outro dia). Ali sou pesada pela enfermeira e descontam sempre 1kg (menos mal), mas mesmo assim optei por me pesar em casa, despida e em jejum!

Isto tudo para chegarmos a mais um ficheiro em excel onde aponto estes dados todos. Espero que vos sirva também numa actual ou futura gravidez :)

Bons registos!

Registos da gravidez.pdf

[Não consegui adicionar a versão em excel. Se alguém quiser o ficheiro em excel, basta enviar um email para dicas.da.migalha@gmail.com com o Assunto: Excel Registos da gravidez. Assim que me for possível, envio :)]

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

As novidades cá de casa

Ano novo, vida nova. 2012 ficou para trás como todos os seus problemas, contra-tempos, chatices, crises e espectativas frustadas. 2013 vai ser melhor, tenho a certeza. Vou fazer por isso e desafio-vos a fazer também!

2013 vai ser também um desafio pessoal cá em casa: a migalhinha vai ter um(a) maninho(a) :)

Ainda não temos a certeza se será menino ou menina, mas parece que vem aí mais uma mulher para dar cabo da cabeça ao homem cá de casa...

Há quem diga que somos loucos metermos-nos numa aventura destas, em tempos como estes, mas ter um só filho nunca foi uma opção e não queremos que seja uma crise a ditar a nossa vida pessoal. Bem, se calhar somos mesmo loucos...

Boas novidades!

domingo, 13 de janeiro de 2013

Correio da Manhã: Menos sete mil bebés

A natalidade em Portugal continua em queda: em 2012 nasceram 90 026 crianças, menos 7074 que em 2011, ano em que nasceram 97 100 bebés, segundo afirmou à Lusa Laura Vilarinho, responsável da Unidade de Rastreio Neonatal do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge.

Os números são do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce, conhecido por teste do pezinho, que consiste no rastreio a 25 doenças através de uma amostra de sangue. A recolha de sangue é feita no pé do recém-nascido, entre o terceiro e o sexto dia de vida.

A diminuição acentuada da natalidade em Portugal já tinha sido registada, em julho do ano passado, no relatório do Observatório das Famílias e das Políticas de Família. Segundo o documento, era esperado que no final do ano se atingissem mínimos históricos dos nascimentos no nosso país, o que acabou por se confirmar.

O Observatório das Famílias e das Políticas de Família chamou ainda a atenção para a diminuição da dimensão média das famílias, o aumento das pessoas a viver sós e das famílias monoparentais e recompostas. Além disso, celebraram-se menos casamentos e mais divórcios.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/saude/menos-sete-mil-bebes

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Jornal i: Anti-depressivos não aumentam gravidez de risco

O uso de anti-depressivos durante a gravidez não está associada a um maior risco de morte fetal e de morte nos recém-nascidos, indica um estudo divulgado na terça-feira.

O estudo sueco tem por base mais de 1,6 milhões de nascimentos em cinco países, incluindo cerca de 30.000 mulheres às quais foi prescrita medicação SSRI (ou ISRS - inibidores seletivos da recaptação da serotonina, fármacos usados no tratamento de síndromes depressivas) durante a gravidez.

Os investigadores descobriram que 1,79 % das mães expostas ao SSRI apresentaram maiores riscos de morte fetal (4,62 contra 3,69 em 1.000) e morte pós-neonatal (1,38 versus 0,96) do que aquelas que não estavam a tomar medicamentos anti-depressivos.

De acordo com o estudo, o tabagismo e a idade avançada das mães estavam igualmente associados a taxas de mortalidade neonatal mais elevadas.

O estudo "sugere que o uso de ISRS durante a gravidez não foi associado ao aumento do risco de óbito fetal, óbito neonatal, ou morte pós-neonatal", disseram os autores da investigação liderada por Olof Stephansson, do Karolinska Institutet, em Estocolmo.

http://www.ionline.pt/mundo/anti-depressivos-nao-aumentam-gravidez-risco

sábado, 5 de janeiro de 2013

Diário Digital: Percentagem de cesarianas aumenta no privado e diminui no SNS

A percentagem de cesarianas realizadas nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) desceu ligeiramente em 2010, enquanto as que foram feitas nas unidades privadas aumentaram, segundo um relatório da Direção-Geral da Saúde (DGS).

O documento sobre a produção nos centros de saúde e unidades hospitalares em 2010, divulgado pela DGS na sexta-feira, mostra que 32,1% dos partos no SNS foram cesarianas, quando em 2009 representavam 32,9 por cento.

Em termos brutos, em 2010 realizaram-se 26.594 cesarianas nos hospitais públicos, menos 341 do que em 2009.

Já no privado verificou-se a tendência inversa, com a percentagem de cesarianas a passar de 60,7% em 2009 para 67,5 por cento em 2010.

Numa análise ao tipo de unidade onde foram realizados os partos, verifica-se que a percentagem de nascimentos no SNS subiu em 2010, representando 87,3 por cento do total, quase mais dois pontos percentuais que no ano anterior.

O relatório, datado de julho mas só agora divulgado, mostra um decréscimo de 360 partos entre 2009 e 2010, ano em que se registou um total de 94.942 partos.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=608374

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Correio da Manhã: Vacina retirada a grávidas

A Autoridade Europeia do Medicamento (EMA) concluiu que não devem ser administradas vacinas contra o sarampo, papeira, rubéola e/ou varicela durante a gravidez e em doentes com deficiências do sistema imunitário. A conclusão da Autoridade do Medicamento surge após uma revisão da utilização das vacinas monovalente e polivalente.

Segundo a EMA, as mulheres devem evitar engravidar até um mês após a vacinação contra aquelas doenças.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/saude/vacina-retirada--a-gravidas