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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Viva as encomendas de supermercado online

Já aqui falei das encomendas de supermercado online. Das suas vantagens e desvantagens e dos aspectos que acho que devem ser tidos em conta.

Continuo muito fã deste tipo de encomenda: não se perdem horas num hipermercado sobrelotado e demasiado grande, não gasto combustível, nem perco tempo precioso. Ah, e não me canso, o que dá muito jeito nestes tempos barrigudos que correm...

No Sábado, foi dia de entrega cá em casa. Em 5 minutos, descarregaram e pagámos. Em 5 minutos, arrumámos tudo nos devidos sítios confirmando sempre a lista.

Ao fim de 10 minutos, estávamos os três a jantar calmamente, sem ter passado pelo stress das compras.

Não pagámos taxa de entrega, pois estavam com oferta; aproveitámos algumas promoções que estão anunciadas no site e ainda recebemos algumas ofertas: o detergente para a roupa dá sempre jeito e a pequena pasta de dentes foi logo encaminhada para a mala para a maternidade :)

Continuamos a não encomendar fruta, legumes e peixe fresco. Peixe só mesmo congelado. Carne até tem corrido bem: temos ali piano de porco para fazer no forno com um aspecto maravilhoso!

Ah, como gosto desta possibilidade de encomendar compras de supermercado online... :)

Boas encomendas!

quarta-feira, 6 de março de 2013

Carrinho de compras


Às vezes tenho a sensação que chego sempre carregada a casa. São sacos, malas, casacos e afins que precisam ser transportados.

A caminhada da garagem até casa até nem é grande (até porque elevador foi critério obrigatório quando comprámos casa), mas tenho ainda de contar com uma enorme barriga (se não tiver cuidado, ainda caio para a frente) e com uma linda migalhinha de 2 aninhos. A somar ainda a minha mala e o saco da migalhinha. Os casacos costumam ficar no carro!!!

Só que, de vez em quando, lá temos de passar pelo supermercado para comprar fruta, legumes ou algo que faz falta... mais um saco ou dois...

Quando venho de casa dos meus pais, vem sempre mais um saco ou dois (ou três ou quatro) com sopa, fruta, legumes da terra e, não raramente, com o jantar feito. Eu sei, sou uma sortuda e não me devia queixar... afinal dá menos trabalho transportar a comida caseira do que fazê-la :)

Mas são sacos e mais sacos. E eu não sou uma pessoa propriamente forte (antes pelo contrário), por isso fartei-me de chegar a casa cansada e a sentir-me uma mula de carga...

Não foi tarde, nem foi cedo: comprei um carrinho de compras! Há uns tempos, já tinha tido um que tinha sido oferta de uma marca, mas era pequeno e pouco resistente e acabou por durar pouco tempo. Desta vez comprei um maior e bastante resistente!

A migalhinha adora! Nos primeiros dias andava com o carrinho pela casa toda a passear. Agora diz que aquele é o carrinho da mamã e o outro pequenino, que lhe ofereceram nos anos (excelente prenda!), é o dela!

Tenho feito muito uso do carrinho! Quando vou ao supermercado, quando levo sacos e sacos para casa e mesmo quando quero levar qualquer coisa mais pesada para algum lado. É prático, fácil de manobrar e poupa-me as costas e as mãos :)

Recomendo vivamente!!!

Boas compras... com carrinho!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Comprar prendas de Natal

Já prepararam a lista de prendas de Natal? Fizeram-na com um orçamento realista e possível? Pois bem, está na altura de começar a tratar de tudo com tempo.

Comparar produtos e comparar preços ajuda a fazer compras acertadas e poupadas. O tempo que falta até ao Natal ainda o permite, por isso, mãos à obra!

A antecedência também ajuda a evitar impulsos de última hora proporcionados pela pressão e confusão dos últimos dias. Se aquela camisola é mesmo perfeita para a cunhada, mas custa metade do orçamento geral, talvez seja melhor repensar a escolha.

Comparar, procurar e escolher bem! E tudo correrá bem!

E não se esqueçam de comprar também o que for preciso para as prendas que vão fazer para oferecer! Nada como um toque pessoal para alegrar alguém :) 

Boas compras!

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Prendas de Natal

Não sei se já repararam, mas o Natal está quase aí... já não falta assim tanto tempo e, se não querem andar, à última da hora, à procura do presente ideal para toda a gente, o melhor é prepararem-se e organizarem-se com antecedência.

Tão importante como evitar andar a correr as lojas na véspera de Natal é conseguir controlar o orçamento para não ter grandes desgostos quando se somar as contas todas!

Então, por partes:

-     Evitar correrias de última hora: preparar uma lista de presentes a comprar/fazer com bastante antecedência, permite ter todas prontas a tempo e horas. Permite também comparar várias lojas e marcas, o que ajuda a cumprir o ponto seguinte.
-     Evitar gastar mais do que se pode: definir um orçamento global e depois distribuí-lo pelas várias prendas ajuda a controlar os gastos. Se alguma prenda ficar mais cara do que o previsto, será necessário cortar nas outras prendas para compensar. É importante não esquecer que mesmo as prendas caseiras têm custos que devem ser considerados. Tudo conta para o total. E sejam realistas e comedidos! Os tempos actuais assim obrigam!

E lembrem-se, a magia do Natal não está nas prendas caras! Está na promessa de recordar a infância, de reencontrar a família, de nos dedicarmos a quem mais amamos.
 
Lembrem-se disso quando prepararem a lista de prendas!

Boas prendas!

Prendas de Natal.pdf

[Não consegui adicionar a versão em excel. Se alguém quiser o ficheiro em excel, basta enviar um email para dicas.da.migalha@gmail.com com o Assunto: Excel Prendas de Natal. Assim que me for possível, envio :)]

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Ler bem os rótulos dos alimentos


Saber o que se está a comer é essencial para conseguir adoptar uma alimentação saudável. Já sabemos que o ideal é consumir os produtos tão próximos da sua origem quanto possível, pois o tratamento e processamento dos mesmos alteram o seu valor nutricional, fazendo-os perder vitaminas e minerais e ganhar açúcares, gorduras, sal e aditivos.

Por isso é importante ler, e saber interpretar, os rótulos dos alimentos industrializados.

O primeiro aspecto a ter em conta é a listagem de ingredientes usados na confecção do produto. Esta listagem é obrigatória e ordena os ingredientes por quantidade, do maior para o menor.

Se o açúcar estiver no topo da lista, considerem duas vezes antes de comprar o produto. Faz mesmo falta? Não haverá uma alternativa melhor?

Também na lista de ingredientes podemos saber se o produto tem ou não gorduras trans ou hidrogenadas na sua confecção. Se sim, a minha sugestão é continuar a procurar uma alternativa que não tenha.

Não menos importante é saber se o produto tem aditivos. São os famosos “E---”. Dentro dos aditivos há os “E” bons, “E” neutros e “E” que deviam ser proibidos! Tenham isso em atenção e, em caso de dúvida, pesquisem o significado de determinado “E”, pois poderão estar a consumir um ingrediente potencialmente alergénico ou cancerígeno.

E atenção aos adoçantes! Um produto até pode ter pouca ou nenhuma quantidade de açúcar adicionado, mas os adoçantes também devem ser evitados. Na minha opinião até devem ser mais evitados do que o açúcar, pois muitos deles são químicos com implicações questionáveis na nossa saúde. Antes de comprarem algo com adoçante (a não ser por restrições médicas ao açúcar), investiguem as implicações daquele adoçante em particular.

O segundo aspecto - a origem do produto - não sei se é obrigatório identificar, mas fica aqui uma sugestão. Consumam, sempre que possível, produtos de origem nacional. Quanto menor tiver sido o tempo de transporte, mais fresco será o produto, com a vantagem de promovermos a economia nacional. Não podemos chorar os altos níveis de desemprego e défice português e depois comprar tudo “made somewhere else”...

Por fim, temos a tabela de informação nutricional, onde é preciso dedicar especial atenção a alguns factores, mas, antes de mais, comparem sempre os valores por 100gr para terem uma real percepção das diferenças entre marcas.

A quantidade de açúcar (por 100gr) não deverá ser superior a 15gr. Tenham isso em especial atenção na compra de alimentos para as crianças. Habituá-las a um paladar doce só contribuirá para maus hábitos alimentares mais tarde e mais difíceis de controlar.

O mesmo se aplica à quantidade de gordura, em especial de gordura saturada, e ao colesterol. Quanto menor, melhor. Os rótulos nem sempre identificam a quantidade de gordura trans/hidrogenada, mas algo acima de 0gr é mau!

Já a quantidade de fibra é algo que se quer elevado, pois está mais do que estudado que consumimos muito menos fibra do que seria necessário ao bom funcionamento do corpo humano.

E, por fim, o sal, muitas vezes identificado como sódio (embora costume ter a proporção). Os alimentos com processamento industrial tendem a ser ricos em sal, pelo que deverão ser consumidos com prudência e substituídos por variedades ou alternativas com menos quantidade.

No meio disto tudo, há que fazer reinar o bom senso. Num Mundo tão industrializado temos a obrigação de procurar informação e decidir em consciência. Ah, e uma velha máxima aplica-se aqui com muita sabedoria... nunca ir às compras com fome!!!

Bons rótulos!

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Lista de compras de supermercado

Quer se opte por fazer grandes compras mensais ou pequenas compras semanais, quer se opte por deslocar ao supermercado ou compras online, uma lista de supermercado é importante para não se estar a arrumar os sacos das compras e pensar “bolas, esqueci-me de comprar farinha”.

As compras cá de casa são feitas de dois modos complementares: grandes compras online e pequenas compras semanais ou mesmo diárias, consoante o que vai sendo preciso e o tipo de artigo.

Então, para minimizar o efeito “bolas, esqueci-me” a estratégia adoptada é a seguinte:

-      Grandes compras online: vou apontando o que está a acabar na lista que está presa no frigorífico, depois vou adicionando à lista online e guardo-a até ser altura de finalizar a encomenda (tentando sempre aproveitar taxas de entrega gratuitas!)
-      Pequenas compras regulares: vou apontando o que está em falta numa lista no telemóvel (tenho de apontar logo se não esqueço-me). Depois é só dar um pulinho ao supermercado durante a hora de almoço ou ao final do dia.

Não quer dizer que não falhe qualquer coisa, até porque o nosso nome do meio é despistados, mas ajuda :)

Boas compras!

Lista de compras de supermercado.pdf

[Não consegui adicionar a versão em excel. Se alguém quiser o ficheiro em excel, basta enviar um email para dicas.da.migalha@gmail.com com o Assunto: Excel Lista de compras de supermercado. Assim que me for possível, envio :)]

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Compras de supermercado online

Na semana passada, saiu um estudo da DECO sobre os preços praticados nos supermercados. Não me vou pronunciar sobre a validade do mesmo, pois a comparação de preços é algo supostamente objectivo e não conheço os critérios de selecção de artigos, nomeadamente se as quantidades e qualidades eram equivalentes.

Mas houve uma informação que me chamou a atenção. Segundo a DECO, as compras online ficam mais caras do que ir directamente ao supermercado. Utilizando o simulador deles no site (escolhi o concelho onde moro), as opções online surgem como sendo 5% mais caras do que a opção mais em conta (na opção geral).

Talvez assim seja, não vou pôr esta informação em causa sem dados mais concretos, mas não posso deixar de partilhar a minha opinião pessoal sobre o assunto.

Cá em casa já se fazem compras de supermercado online há bastante tempo, especialmente desde que a migalhinha nasceu. A nossa experiência de dezenas de encomendas e centenas de produtos encomendados diz-nos que devemos evitar comprar produtos frescos, especialmente fruta e legumes. Simplesmente não têm cuidado a escolher as peças. A carne, desde que embalada, não tem corrido mal.

Depois há que ter em conta a taxa de entrega, cujo valor varia consoante o horário de entrega, mas a maior parte dos supermercados online faz promoções regulares em que oferecem a taxa de entrega. Bem gerido, a verdade é que raramente pagamos taxa. As compras de artigos não perecíveis são feitas em quantidade tendo em conta a regularidade com que oferecem a entrega.

Grandes vantagens? Bem, não passamos horas preciosas no supermercado, não gastamos combustível, não carregamos paletes de leite e sacos cheios de enlatados.

Outro aspecto importante a ter em consideração são as promoções. As compras online também as têm e até as podemos ver todas juntinhas para ver se alguma interessa.

Também se consegue uma comparação por preço/capacidade muito eficiente. Digo-vos, por exemplo, que a marca de leite e de massas vai variando de encomenda para encomenda por causa deste pormenor.

Quanto à fruta e legumes, temos a sorte de ter muita que vem da terra do meu pai e de, muitas vezes, os meus pais comprarem a contar connosco. O resto acabamos por comprar regularmente em vários sítios: num supermercado perto do trabalho, num mercadinho perto da casa dos meus pais (onde a migalhinha fica durante o dia) ou na mercearia perto de casa. Assim temos frescos literalmente frescos!

Isto tudo para dizer que sou apologista das compras de supermercado (e não só) online. Poupam-nos tempo, dinheiro e paciência. Ah, e costumam oferecer amostras de produtos: as pastas de dentes dão jeito no trabalho e o gelado foi muito bem recebido :)

Boas compras!


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Despachar stock da despensa e do congelador

Volta e meia, preparo receitas a pensar em despachar stock da despensa e do congelador.

É uma boa maneira de renovar produtos, evitar que algo ultrapasse a validade e fazer receitas que já não se fazia há algum tempo.

Por isso, que tal planear o menu semanal da próxima semana a pensar nisso?!

Boa limpeza de stock!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Excesso de brinquedos


Infelizmente, os tempos actuais são de crise (já estou farta desta palavra!). Contenção orçamental faz parte do dia-a-dia, pois o desemprego ou a possibilidade de desemprego é bem real para todos nós.

Mas, apesar dos tempos complicados, de uma forma geral, hoje temos um poder de compra muito melhor do que os nossos avós tiveram.

E, por isso, hoje as compras “porque sim” são mais comuns e ditam um consumo por vezes desmedido.

Faz-me confusão o exagero de brinquedos que rodeiam as crianças. Não é preciso tanta tralha. Sabem quantos “bebés” tem a migalhinha?!... eu também não, mas são demasiados! O resultado acaba por passar por brinquedos com os quais nem brinca...

Por isso, uma noite destas, resolvi fazer uma selecção. Os brinquedos de quando era mais pequena ou aos quais não liga foram todos para uma caixa para lhe dar destino: alguns para guardar outros para dar.

Mas cometi um grande erro... deixei a caixa perto da entrada de casa até ao dia seguinte... e não é que a pirralha resolveu explorar, em grande detalhe, todos os brinquedos que lá estavam... E agora?!

Bem, independentemente da selecção final, alguns vão ter de ir embora. É um exagero e até acho pouco correcto perante tantas necessidades de tantas crianças. Por isso, vou pegar em alguns e vou com a migalhinha entregá-los a uma instituição.

E vou tentar moderar mais o impulso de comprar brinquedos. Confesso que me perco um bocado quando entro na Toys’r’us, mas tem de ser!

Boas opções!

domingo, 8 de abril de 2012

i online: Bom Dia Lisboa e o pequeno-almoço num saco

Que a primeira refeição do dia é a mais importante já todos sabemos. Que deve abranger vários triângulos da roda dos alimentos, também – regra que os ingleses levam à letra mas que pode ser cumprida com contenção. O único problema na lição do bom comer é o tempo. Regra geral, são os lençóis os culpados nesta história toda, a provocar o efeito bola de neve – “levo uma bolacha para depois”. É aqui que entra a Bom Dia Lisboa. As novas bancas que estão nas estações de metro da cidade (Odivelas, Saldanha e S. Sebastião) prometem tirar-lhe 15 segundos do seu tempo e dar-lhe um pequeno-almoço completo.

De Madrid para o metro “Não é um café”, esclarece Alexandre Rocha, uma das caras por trás do projecto. “Aliás, para já, nem sequer vendemos café. As pessoas pegam, pagam e vão-se embora, à sua vida, para os escritórios, para casa, para a oficina, o que for”, acrescenta.

Alexandre, 23 anos, é ex-aluno da Universidade Nova de Lisboa e foi com outros três colegas – Tiago Neves, Duarte Mourão e Diogo Monteiro – que decidiu trazer o conceito de comida saudável e rápida para baixo de terra.

Tudo começou numa espécie de viagem de estudo. Foram a Madrid, a propósito do mestrado em Gestão, e foi entre visitas a bancos e programas afins que começaram a desbravar caminho para o projecto.

Conta Alexandre: “Foi o Tiago que teve a ideia. Estava num café a pagar uma fortuna por um atendimento horrível, altamente demorado, e foi aí.” Quando chegaram a Portugal continuaram a remoer o assunto, entre o final do mestrado e apresentação da tese, já que “também era interessante do ponto de vista académico”, continua Alexandre.

Da ideia, que surgiu no início de 2011, à prática foi quase um ano. A 26 de Janeiro de 2012 abriu a primeira Bom Dia Lisboa, em Odivelas (para experiência), e no final de Março as da estação do Saldanha e de S. Sebastião.

“Andámos a perguntar a centenas de pessoas o que queriam comer, tomar. Queríamos servir o máximo número de pessoas com produtos que a maioria quer”, revela sobre uma primeira fase de trabalho, à secretária. O resultado: cinco menus à escolha para uma refeição saudável e equilibrada: várias combinações de fruta, sandes mistas, croissants mistos, iogurtes e leite. Tudo produtos do dia, incluindo o pão, que – não se deixe enganar – só está embalado para facilitar o processo.

Resumindo, a ideia é esta: passa no balcão, escolhe um menu (mostrado no placard) e depois é só meter no saco e levar. E está pronto para seguir caminho. Cerca de 15 segundos é o que demorará esta operação, segundo as contas do grupo. Os preços vão de 1€ a 1,90€. Também pode comprar os produtos em separado, mas fica mais em conta o menu. Que, por sinal, também é mais rápido.

http://www.ionline.pt/boa-vida/bom-dia-lisboa-pequeno-almoco-num-saco
 

sábado, 31 de março de 2012

Agência Financeira: Promoções: não se deixe enganar pelos «pseudo-descontos»

Aproveitar as promoções das lojas, que anunciam descontos nos produtos por um período de tempo limitado nem sempre é um bom negócio. Muitas vezes, acaba por pagar o mesmo ou até mais do que poderia desembolsar sem as alegadas «promoções».

O aviso é da Deco, que analisou as campanhas das lojas e concluiu que, na maioria das vezes, uma semana após a promoção, a grande maioria dos produtos continuava à venda, muitas vezes a preços iguais ou até mais baixos.

«Uma semana após as campanhas, quando voltámos às lojas, 90% dos produtos controlados ainda eram vendidos e, em
80% dos casos, estavam mesmo expostos para o consumidor escolher. Mais: 43% dos equipamentos mantinham o preço anunciado no folheto e 12% estavam até mais baratos», explica.

Ora, «se a maioria dos produtos continua disponível fora da campanha e a um preço, senão inferior, pelo menos, igual, podemos concluir que estas ações comerciais, muitas vezes, não são mais do que estratégias desenhadas apenas para atrair o consumidor. Convencido de estar a fazer um bom negócio, pode acabar por levar para casa, por impulso, produtos de que nem sequer precisa», conclui a Deco, acrescentando que, «convencidos das vantagens, acabamos, muitas vezes, atraídos como ímanes em direção às lojas».

«Descobrimos que os preços se mantiveram válidos ao longo das campanhas, mas que, consoante o momento, 4 a 6% destes produtos nunca estiveram disponíveis. Após a campanha, alargámos a análise a 2.494 produtos e concluímos que 2.203 ainda estavam a ser vendidos. E, em 55% dos casos, os preços continuaram iguais ou até desceram, o que nos leva a concluir que, muitas vezes, não há um ganho real para o consumidor», pode ler-se no artigo da Proteste de abril.

Para a Deco, «comparar preços antes de comprar é o truque mais acertado para poupar. Caso se justifique, utilize, por exemplo, a ferramenta Comparar e Poupar, disponível no nosso portal (www.deco.proteste.pt), aconselha.

Pare, pense e só depois decida

Em algumas lojas, se tiver cartão de cliente, pode usufruir de descontos diretos em produtos do folheto. Noutros casos, acumula pontos ou dinheiro no cartão, a descontar numa compra futura. Pondere todos estes fatores e analise se o negócio compensa. Avance em caso afirmativo.

Prefira material que possa analisar na loja. Mas, se pretender um aparelho que não esteja exposto ao público, pergunte ao funcionário se existe em armazém ou é possível encomendá-lo.

Na eventualidade de comprar por encomenda e o produto não corresponder ao anunciado no folheto, exija que a loja aceite a devolução e o eventual reembolso.

Falhas nas lojas

A associação de defesa do consumidor analisou 41 campanhas de 10 cadeias diferentes de lojas de eletrodomésticos, equipamento eletrónico e material informático entre 21 de outubro e 30 de novembro de 2011, controlando os preços e a disponibilidade de 852 produtos escolhidos a partir dos folhetos, como computadores, impressoras, televisores, máquinas de lavar, câmaras fotográficas, impressoras, telemóveis e frigoríficos.

Da análise da Deco, «as falhas prenderam-se sobretudo com a ausência de produtos anunciados. Pura e simplesmente, cerca de 9% não puderam ser comprados, nem sequer por encomenda, em, pelo menos, uma das 3 vezes em que visitámos os estabelecimentos».

Outro inconveniente decorre de os produtos disponíveis nem sempre estarem expostos para o público apreciar. «O consumidor deve poder analisar o que pretende antes de comprar», defende a associação.

Algumas lojas apresentaram uma apreciação mais negativa, com mais de um quinto dos produtos indisponíveis para compra e com pelo menos 20% dos aparelhos a não estarem expostos.

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/descontos-campanhas-promocoes-deco-consumo-compras/1336120-1730.html
 

sábado, 24 de março de 2012

Dinheiro Vivo: Esqueça o Groupon: a moda agora é juntar-se a uma "cash mob"

Primeiro passo: escolher uma loja. Segundo passo: comunicar a decisão e organizar o encontro. Há um novo fenómeno de apoio ao comércio local e aos pequenos negócios em dificuldades, muito prejudicados por negócios em massa online, como o caso da Groupon, com os famosos cupões de descontos.

Em agosto de 2011, o engenheiro Chris Smith decidiu organizar uma excursão a uma pequena loja de vinhos, ação que deu origem a um grupo de pessoas. Nasceu, em Buffalo, Nova Iorque, a primeira "cash mob".

O movimento tem crescido desde então e tem como principal objetivo apoiar os pequenos negócios locais, mesmo que em pequena escala. Um grupo de pessoas organiza uma sessão de compras a um determinado local: todos os elementos fazem compras com dinheiro, abdicando dos cartões de crédito.

A ideia é comprar a pronto e em grupo, animando os negócios locais. "Não se trata apenas do dinheiro que aparece naquele dia. Trata-se de um pequeno negócio real que não movimenta muito dinheiro e sem budget para marketing.", explica Smith

O grupo organiza as mobilizações através de um blogue, onde se trocam conselhos e dicas. Normalmente, cada elemento gasta, em média, 20 dólares (cerca de 15 euros) em cada "cash mob". A tarde de compras termina com uma conversa e algumas cervejas, num bar.

http://www.dinheirovivo.pt/Faz/Artigo/CIECO037112.html

segunda-feira, 19 de março de 2012

Fraldas reutilizáveis



Escolher a fralda reutilizável mais adequada ao nosso bebé e às nossas necessidades pode ser uma tarefa difícil.

Existem muitas marcas, mas mais do que marcas, existem muitos tipos de fralda, com vantagens e desvantagens a ter em conta.

Quanto ao tamanho:

-      Tamanho único
Uma única fralda serve desde o nascimento até aos 18kg, ajustando-se o tamanho com molas à frente ou elásticos nas pernas.
-      Tamanho variável
Existem em vários tamanhos conforme o peso do bebé. O número de tamanhos varia consoante a marca. Podem existir: recém-nascido, S, M, L e XL.

Quanto ao tipo:

-      De bolso
A fralda tem um bolso na parte de trás onde se inserem os absorventes, permitindo adequar a quantidade de absorção às necessidades.
-      Tudo em um
O mais próximo das descartáveis, pois o absorvente está cozido à fralda, funcionando como uma peça única.
-      Tudo em dois
A fralda é uma peça única, mas não é impermeável, precisando, por isso, de uma capa por cima.

O ideal é experimentar. A maioria das lojas tem trial packs a preços mais convidativos. Cada caso, é um caso. Há uns meses falei das fraldas reutilizáveis a uma amiga, que se converteu. Ela prefere fraldas de tamanho único, de bolso e com elásticos nas pernas. Lá em casa usamos fraldas de tamanho único, tudo em um (mas cujos absorventes estão presos por molas de pressão) e de molas à frente. Para a noite, usamos fraldas tudo em dois com capas muito engraçadas :)

Qualquer dúvida em que possa ajudar, adicionem um comentário!
 

terça-feira, 13 de março de 2012

Comparativo de produtos

Antes de comprar qualquer coisa lá para casa, faço uma pesquisa que será tão mais exaustiva quanto mais complexo e dispendioso for o produto em estudo!

Para terem uma ideia, a máquina de lavar roupa demorou cerca de 3 meses a ser escolhida. Para o frigorífico e para a televisão foi cerca de 1 mês para cada. E até a recém-adquirida iogurteira (que custou €15) demorou uns 10 dias a ser seleccionada. Mas, em minha defesa, tenho a dizer que raramente me arrependo de uma compra que tenha sido estudada.

É que o dinheiro não cresce nas árvores (não cresce, pois não?!?) e custa muito a ganhar. Por isso, se vou gastar, que seja bem gasto. E não se trata apenas de gastar o menos possível, mas sim de gastar bem!

Eu divido a minha pesquisa em duas partes: a escolha do produto e a escolha da loja.

Na escolha do produto tenho em conta as características, as vantagens e as desvantagens que consigo identificar quer vendo ao vivo, quer lendo as opiniões que outros utilizadores deixam em inúmeros sites. A opinião de amigos também é importante: uns porque têm algum conhecimento da área, outros porque são atentos aos pormenores.

Depois troco ideias com o meu mais-que-tudo, tendo já uma ideia dos preços do mercado. Esta parte é muito importante, pois, dependendo do produto em causa, um de nós é mais racional e outro mais emocional... o equilíbrio tem de ser encontrado :)

Escolhido o produto, procuro a loja que o venda mais barato! Compro muitas coisas online e em pequenas lojas de bairro. O essencial é ter confiança, que se vai ganhando...

Portanto, isto tudo para dizer que tenho um ficheiro excel (!) para isto mesmo. Às vezes são necessárias adaptações, mas parece-me um bom ponto de partida.

Boas compras!

Comparativo de produtos.pdf 

[Não consegui adicionar a versão em excel. Se alguém quiser o ficheiro em excel, basta enviar um email para dicas.da.migalha@gmail.com com o Assunto: Excel Comparativo de produtos. Assim que me for possível, envio :)]