sábado, 30 de junho de 2012

TVI24: 50 mil adolescentes morrem por causa do parto e gravidez

Quase 50 mil adolescentes morrem anualmente no mundo devido a complicações na gravidez e no parto, alertou hoje a ONG Save the Children, adiantando que perto de um milhão de bebés de jovens mães morre anualmente com menos de 1 ano.

No relatório «Como o Planeamento Familiar Salva a Vida das Crianças», citado pela agência AFP, a organização não-governamental britânica refere que uma rapariga em cada cinco é mãe antes dos 18 anos, o que faz com que o risco de morrer durante a gravidez e o parto seja cinco vezes mais elevado para uma adolescente com menos de 15 anos do que para uma mulher de 20 anos.

Para a Save the Children, os bebés têm ainda 60 por cento mais probabilidades de morrer se a mãe tiver menos de 18 anos, refere a agência Lusa.

A organização pede, por isso, aos dirigentes mundiais, entre outras medidas, que aumentem a disponibilidade de métodos contraceptivos.

O relatório alerta ainda para os riscos das gravidezes com intervalos muito próximos, estimando que um intervalo de 3 anos entre dois nascimentos permitiria evitar anualmente 1,8 milhões de mortes de crianças com idade inferior a 5 anos.

A Save The Children realça que as gravidezes na adolescência estão «intrinsecamente ligadas» aos casamentos precoces, estimando em 10 milhões o número de menores de 18 anos que se casam anualmente.

Na África Central, 59 por cento das raparigas entre os 15 e os 19 anos são casadas, no Bangladesh 46 por cento e na Índia 30 por cento, de acordo com a ONG.

http://www.tvi24.iol.pt/internacional/gravidez-adolescentes-criancas-bebes-ong-tvi24/1357838-4073.html

Público: O que é que os insectos canibais nos ensinam sobre a escolha do que comemos e a obesidade?

No Norte dos Estados Unidos há uma espécie de grilos, a Anabrus simplex, que avança em bandos, atravessando campos e estradas. O biólogo Stephen Simpson põe a imagem em movimento no ecrã atrás dele - a massa de insectos move-se imparável. Por que é que não param?

Esta é uma história que tem que ver com comida. A dieta destes grilos é muito baixa em proteínas e eles procuram alimentos que possam suprir essa falha. "Qual a principal fonte de proteínas que têm à disposição?", pergunta Simpson. Sim, é o grilo que está ao lado. É por isso que eles continuam a andar. Quando param, são comidos.

Stephen Simpson, especialista em fisiologia da nutrição da Universidade de Sydney, na Austrália, foi um dos oradores na conferência Food for thought: tasting ideas, na semana passada, na Fundação Champalimaud, em Lisboa. E usou o canibalismo destes grilos para explicar como é que o cérebro dos animais (e dos humanos) funciona no momento de escolher alimentos.

O cientista descreveu um teste no qual à frente destes insectos foram colocadas quatro rodelas de alimentos, sendo uma apenas de hidratos de carbono, outra de proteínas, outra de hidratos de carbono e proteínas, e a última sem nada. O resultado foi conclusivo: os animais concentravam-se em redor das rodelas com proteínas. Isto significa, segundo Simpson, que existe nos cérebros deles uma espécie de sensor que indica as necessidades alimentares dos seus organismos.

Vários testes em animais e humanos mostram a mesma tendência de comportamento: quando não estão a ingerir proteínas suficientes, quer uns quer outros tentam compensar ingerindo uma maior quantidade de hidratos de carbono e gorduras. O resultado é a obesidade.

Foi o que se verificou com a população dos Estados Unidos, explicou Simpson. A partir de certa altura, a dieta dos norte-americanos baixou em média de 14% de proteínas para 12,5%, quebra que eles tentam compensar com a ingestão de mais gorduras e hidratos de carbono.

Aconteceu o mesmo com o grupo de alunos que, quando era professor de entomologia na Universidade de Oxford, no Reino Unido, Simpson levou para um "chalé nas montanhas, dizendo-lhes que podiam comer tudo o que lhes apetecesse". A dieta foi sendo alterada, sem que eles se apercebessem, e a quantidade de proteínas foi reduzida.

Os resultados confirmaram o que os testes com animais já tinham mostrado: quanto menor a quantidade de proteínas, maior a tendência para a compensar a dieta com hidratos de carbono e gordura. Notou-se uma tendência em especial para o consumo de snacks com sabores fortes, como as batatas fritas, cujo gosto (o chamado umami, ou o quinto dos cinco gostos básicos, além do doce, salgado, amargo e ácido) é habitualmente associado às proteínas, daí que consumi-los pode dar a ilusão de se estar a obter mais proteínas.

Mas como sabe o cérebro de quantas proteínas precisamos? Carlos Ribeiro, cientista suíço filho de pai português, investigador do Programa de Neurociências da Fundação Champalimaud, tem estudado a mosca-do-vinagre à procura da resposta. Mostra um desenho em que uma mosca, de guardanapo ao pescoço, tem de decidir entre um hambúrguer e um prato cheio de bolos.

Adaptação à gordura

Na realidade, o que acontece no laboratório é que as moscas têm a opção entre comida com corante vermelho (açúcares) e azul (proteínas). "Podemos ver o que escolheram vendo a cor da barriga delas", explica Carlos Ribeiro. "Parecem ter uma espécie de sensor que indica a quantidade de proteínas que devem ingerir." Os cientistas alteraram geneticamente esse sensor para que "diga sempre "não tens proteínas suficiente", e assim, por muito que ela coma, continua a achar que não chega". Isto "pode ajudar-nos a perceber por que é que há pessoas que comem de mais e outras que não comem o suficiente".

Sabemos que as proteínas são necessárias ao organismo porque são a única fonte de azoto de que ele dispõe para o crescimento. Daí que exista uma predisposição genética natural para procurar proteínas (que estará afectada nas pessoas que sofrem de anorexia).

Mas estes dados conduzem-nos a outra pergunta: por que é que o nosso organismo não nos deixa comer proteínas em excesso? Ou, dito de outra forma, como é que sabemos que já comemos as suficientes? As investigações de Simpson apontam para uma resposta: se se der demasiadas proteínas a um insecto, a esperança de vida reduz-se. Restringir o consumo de proteínas é, portanto, um mecanismo de defesa. Os estudos de Simpson revelam ainda outra tendência interessante. O que sabemos, até agora, é que tanto humanos como animais têm dificuldade em regular a ingestão de alimentos calóricos (hidratos de carbono e gordura) quando os hábitos alimentares se alteram. Mas, pergunta o investigador, será que no futuro se vão adaptar melhor a isso?

A experiência foi feita com lagartas: ao longo de várias gerações, foram alimentadas com excesso de calorias. Inicialmente, a tendência foi o desenvolvimento da obesidade, mas ao fim de oito gerações os insectos conseguiam já libertar-se do excesso de hidratos de carbono sem os transformar em gordura - tinham-se tornado imunes. Esta descoberta, afirma Simpson, pode abrir caminho à descoberta de genes que permitam o combate à obesidade.

http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/o-que-e-que-os-insectos-canibais-nos-ensinam-sobre-a-escolha-do-que-comemos-e-a-obesidade-1552131?all=1

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Diário Digital: EUA: Médicos extraíram com sucesso tumor na boca de bebé no útero da mãe

Uma equipa de médicos norte-americanos extraíram um tumor na boca de um bebé quando estava no útero da mãe, naquela que foi a primeira cirurgia do género.

Os cirurgiões da Universidade de Miami e do Jackson Memorial Hospital, Riuben Quintero e Eftichia Kontopoulos, informaram na quinta-feira que a operação que durou pouco mais de uma hora foi realizada em 2010, tendo conseguido extrair, com laser, o tumor que tinha o tamanho de uma bola de ténis.

A criança, Leyna Mykaella González, de 20 meses, nasceu saudável e com uma pequena cicatriz na boca.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=578795

Sol: Contracepção: Maioria das mulheres desconhece alternativas à pílula

Um estudo internacional sobre contracepção, que é apresentado hoje em Atenas, revelou que persistem «importantes lacunas» ao nível do conhecimento e também mitos e conceitos errados sobre os métodos contraceptivos utilizados pelas mulheres.

Os autores do inquérito – a que a Lusa teve acesso – evidenciam «uma clara necessidade em aumentar a consciencialização sobre as opções existentes e disponíveis na área da contracepção e, ao mesmo tempo, proporcionar um melhor conhecimento para que as mulheres possam tomar decisões informadas».

Uma em dez mulheres afirmou erradamente que os contraceptivos de longa-duração não são tão eficazes como a pílula na prevenção da gravidez e que esses métodos, como os sistemas intra-uterinos e o implante, por exemplo, são soluções permanentes, ou seja, irreversíveis.

O estudo “I Plan On…” foi conduzido pela empresa independente de pesquisa Growth for Knowledge (GfK) em nove países - Austrália, Brasil, França, Alemanha, México, Rússia, Espanha, Reino Unido e EUA - entre 22 de Setembro a 06 de Outubro de 2011. Foram inquiridas a partir de um questionário online 4.199 mulheres, com idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos.

Aproximadamente metade das mulheres analisadas (44 por cento) estão actualmente a usar a pílula como método contraceptivo, o preservativo foi referenciado por 38 por cento das inquiridas, como forma de contracepção, apenas dois por cento utiliza actualmente o implante, três por cento o anel vaginal e quatro por cento o dispositivo intra-uterino.

Mais de dois terços das mulheres analisadas neste estudo (68%) responderam que não estão a planear uma gravidez num futuro próximo ou de forma nenhuma. Cerca de metade (48%) mencionou que pretende primeiro atingir os seus objectivos de vida, enquanto 39 por cento apresentou como razão as restrições financeiras.

A maioria dos profissionais de saúde apresenta a pílula e o preservativo como os métodos-chave de contracepção. Apenas 16 por cento das inquiridas disseram que o seu médico lhes falou do anel vaginal, 13 por cento do implante e 19 por cento debateram o Dispositivo Intra-uterino (DIU) com o seu médico.

O estudo «I Plan On…» conclui ainda que mais de um quarto das mulheres acreditam que as pílulas anticoncepcionais são eficazes, independentemente da altura em que são tomadas, quando na realidade, são mais eficazes se tomadas na mesma altura do dia.

Cerca de metade das mulheres analisadas acredita que todas as formas de contracepção obriga-as a fazer algo regularmente (ou seja, tomar ou aplicar) para que estes sejam eficazes e cada três em quatro julga que todos os tipos de contracepção exigem, pelo menos, visitas anuais com um profissional de saúde para obter uma prescrição. O facto é que nem todos os contraceptivos necessitam de administração ou aplicação regular pelo utilizador de forma a ser eficaz.

Em declarações à Lusa, a ginecologista Ana Rosa Costa disse não ter ficado surpreendida com os resultados deste inquérito, considerando que, apesar de não ter incluído Portugal, «se calhar na nossa população, os resultados seriam os mesmos».

A contracepção oral é a escolha da maior parte das mulheres, «provavelmente porque têm falta de informação e de aconselhamento por parte dos médicos quando vão à procura de um método contraceptivo, ou porque a pílula já era usada na família e pelas amigas», disse a médica.

Ana Rosa Costa referiu que «as mulheres ainda confundem alguns métodos alternativos com a laqueação, quando na realidade são reversíveis, têm uma eficácia elevadíssima e alguns têm algum efeito terapêuticos».

Aliás, salientou a especialista, os sistemas intra-uterinos ou mesmo o implante «são métodos que acabam por ter um custo-eficácia superior ao contraceptivo hormonal por via oral».

«São comparticipados, são de longa duração e se forem retirados quando acaba o prazo acabam por ficar mais económicos do que estar a fazer pílula diária ou, mesmo, a interrupção da gravidez, que acarreta muitos custos para a sociedade, apesar de ser legal até às 10 semanas», acrescentou.

O estudo é apresentado no 12.º Congresso da Sociedade Europeia da Contraceção que decorre, em Atenas, na Grécia, até sábado.

http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=52556

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Peru em cebolada


Ingredientes:
2 cebolas
2 dentes de alho
400gr bifes de peru
Salsa qb
Sal

Preparação:
Cortar as cebolas em rodelas fininhas. Numa frigideira, colocar um pouco de azeite e juntar a cebola. Deixar cozinhar em lume brando.
Picar os dentes de alho e juntar à cebola.
Cortar os bifes de peru em pedaços pequenos e juntar à frigideira quando a cebola já estiver translúcida.
Quando o peru estiver cozinhado, juntar salsa picada e sal a gosto e envolver bem.
Servir acompanhado de arroz simples.

Dicas:
Deixar a cebola cozinhar em lume brando irá reduzir a sua acidez. Ficará deliciosa e crocante.

Receita em pdf.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Congelar molho de tomate


Várias são as receitas que recorrem a molho de tomate simples. Mas não é necessário prepará-lo de cada vez que fazemos um peixe em molho de tomate ou uma lasanha de atum.

Na próxima vez que precisarem de molho de tomate simples, experimentem preparar uma quantidade mais generosa. Usam o que precisarem para a receita a ser preparada e o resto deixam arrefecer.

Antes de congelar, toda e qualquer comida deve estar devidamente arrefecida. Por duas razões: para não aumentar o esforço eléctrico do congelador e para não provocar descongelamento de outros alimentos já congelados.

Depois de arrefecido, colocar em couvetes de gelo, cobrir com película aderente e colocar, com muito cuidado e muito direitinho, no congelador.

Depois de congelado, basta colocar os cubinhos num saco de congelação.

Quando for necessário, é só retirar do congelador, levar ao lume até descongelar e usar normalmente.

Bom congelamento!

terça-feira, 26 de junho de 2012

Apontar as conquistas mais importantes


Hoje temos mais um artigo partilhado! Neste caso, algo para fazer sugerido pela leitora, seguidora e amiga Pintarolas :)

A ideia é manter um livro e caneta na cozinha onde, todos os dias, se vai anotando as graças, conquistas, disparates e afins dos pequenotes.

A verdade é que vamos apontando os grandes marcos do crescimento, mas os pormenores do dia-a-dia fazem parte da riqueza que é ser criança.

Como diz a Pintarolas, “imagino, daqui a uns anos, devo ter esquecido grande parte delas, vai ser giro recordar!!!”

Cá em casa vamos começar a apontar. Vamos lá ver se o nosso caderno chega para tanto disparate da migalhinha :)

Obrigada pela partilha!

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Emprego de Verão

O ano escolar já está nos seus “finalmentes” e agora começa o dilema de entreter a criançada durante os meses de férias de Verão.

Há workshops, ateliers, campos de férias, a casa dos avós, os tios... um mundo de alternativas onde deixar os miúdos. Umas mais caras, outras mais complicadas...

Mas para quem tem filhos com mais de 16 anos, que tal sugerir-lhes um emprego de Verão? Ganham uns trocos, ganham autonomia, ganham estaleca profissional, ganham confiança e ocupam o tempo!

Um dia, no futuro profissional, vão sentir a diferença que essa experiência agora lhes proporcionou :)

Bom trabalho!

domingo, 24 de junho de 2012

Correio da Manhã: Pais aprendem a salvar filhos de afogamento

Com a chegada do calor, as piscinas, praias, canais e barragens tornam-se autênticas armadilhas para as crianças. A última vítima foi uma bebé de dois anos, de nacionalidade britânica, que caiu anteontem a uma piscina numa casa na zona de Lagos, no Algarve. A criança entrou em estado grave no Hospital do Barlavento, em Portimão, mas a evolução clínica era ontem positiva.

Este ano, já ocorreram duas situações do género no Algarve, uma delas mortal para um bebé de dois anos, que brincava junto a um canal de rega, também na zona de Lagos. No ano passado, foram oito os casos de afogamento na região algarvia, sendo que um deles foi fatal.

Para evitar estas situações trágicas, o Hospital de Faro e a Ordem dos Enfermeiros do Sul estão a organizar uma acção de formação em Suporte Básico de Vida Pediátrico para ajudar pais e educadores a agirem com rapidez em casos de afogamento. "Ao mesmo tempo que sensibilizamos os pais, capacitamos os educadores para intervirem em casos de afogamento", explica o hospital.

"Embora existam casos de afogamento durante o ano todo, concentram-se em maior número no Verão, em especial no Algarve, devido ao turismo", referiu ao Correio da Manhã Sandra Nascimento, da Associação para a Promoção da Segurança Infantil.

Segundo a especialista, os acidentes ocorrem, na sua esmagadora maioria, em moradias privadas ou aldeamentos, onde não há uma legislação específica para a prevenção. "Há que criar um enquadramento legal para as piscinas, para as dotar de medidas de segurança adequadas. Temos feito esforços nesse sentido, mas não depende de nós a decisão final", queixa-se Sandra Nascimento.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/sociedade/pais-aprendem-a-salvar-filhos-de-afogamento

Público: Só quando o Verão chega é que descobrimos que temos peso a mais?

O Verão chegou esta quinta-feira e com ele os receios de muitos portugueses de não caberem no biquini ou nos calções de banho. Nesta altura, a publicidade aos produtos de emagrecimento aumenta, as editoras também não ficam indiferentes e publicam títulos sobre este tema.

A prevalência para o excesso de peso e obesidade não afecta só as faixas etárias mais altas, Portugal apresenta índices elevados de excesso de peso e obesidade desde tenra idade: 30,2% das crianças e jovens portugueses têm excesso de peso e 14,3% são obesos, recorda Ana Rito, investigadora do Instituto Ricardo Jorge, citando dados do estudo Childhood Obesity Surveillance Initiative (COSI), no qual Portugal participa.

A globalização tem as suas consequências e a comida de plástico, tão aliciante para os mais novos, preferindo-a à dieta mediterrânica, é sem dúvida uma delas. Entre um hambúrguer, um sumo ou uma guloseima, os mais novos vão ganhando peso. Cabe aos pais um papel activo e crucial para que a auto-estima da criança não saia lesada, consideram Isabel do Carmo, endocrinologista do Hospital de Santa Maria, em Lisboa e coordenadora do livro Gorduchos&Redondinhas e Paula Veloso, nutricionista da Universidade do Porto e co-autora do livro Peso, uma questão de Peso.

No combate ao peso, as opções são muitas para os pais. Desde a compra de livros a consultas com nutricionistas, mas nunca devem iniciar uma dieta sem consultar um especialista, alertam as médicas. Na maior parte dos casos “são mesmos os pediatras que encaminham as crianças [obesas ou com peso a mais] para um nutricionista”, refere Ágata Roquette, nutricionista e autora do livro A dieta dos 31 dias.

Um país de peso

Portugal é um país de peso. O peso médio dos portugueses com mais de 15 anos ronda os 70 quilos, segundo dados do publicados no jornal BMC Public Health.

Nesta altura do ano, quando os corpos estão mais expostos, muitos desesperam por alcançar a imagem perfeita e, para o efeito, procuram dietas milagrosas. Paula Veloso considera que a influência dos meios de comunicação leva “muitos jovens a quererem ser como os seus ídolos”. Aqui a perda de peso, ou ganho para alguns, não se verifica por questões de saúde, mas sim por se ambicionar um padrão de beleza. É o papel negativo da publicidade, alerta.

A nutricionista adverte que “quando se perde peso, é para ganhar saúde, nunca para perder”. É esta a mensagem que passa diariamente aos doentes que lhe chegam.

Livros e mais livros

Se as pessoas procuram perder peso nesta altura do ano, então "é normal" que as editoras apostem nesta altura para lançar publicações alusivas ao tema, avalia Paula Veloso. A oferta é vasta e não visa, ao contrário do que a palavra 'dieta' suscita, apenas emagrecer. No geral, estas publicações ensinam a ter uma alimentação regrada e cuidada e têm como objectivo ensinar as pessoas a comer de forma equilibrada.

Paula Veloso adverte que “é preciso aprender a comer” e que os livros sobre alimentação, incluindo o seu, visam sobretudo ensinar as pessoas a adquirir bons hábitos alimentares e não a enveredar por "dietas loucas". A mesma explica que perder ou ganhar peso deve ser feito com acompanhamento e alerta que quando se perde peso de maneira rápida “a probabilidade de voltar a engordar é mais elevada”.

Isabel do Carmo não negligencia estes manuais. Considera que “para quem quer perder pouco peso” os livros apresentam alguns “planos interessantes e credíveis, mas por si só não chegam”. “É necessário actividade física complementar”, refere.

As especialistas referem que não são os obesos quem mais recorre a estes livros, mas as pessoas que querem perder três ou quatro quilos.

Bem com o seu corpo

Por vezes, são os pais, sobretudo as mães, que incitam os filhos a corresponder a um padrão que entendem como desejável, alerta Isabel do Carmo. As consequências podem ser desastrosas e levar a uma quebra da auto-estima e em casos mais graves, podem surgir distúrbios alimentares difíceis de contornar, como são o caso da anorexia nervosa e a bulimia.

Para Paula Veloso ”o mais importante é que as pessoas se sintam bem com o seu corpo” e se aceitem como são. Ficar melhor ou pior no biquini não é a questão essencial, “a noção de belo não está no exterior, mas no interior das pessoas”. As opiniões de Agata Roquette, Ana Rito, Isabel do Carmo e Paula Veloso são convergentes: não basta fazer dieta e cortar nos alimentos calóricos. Perder peso implica não só comer de maneira saudável, mas completar com exercício físico. E não é preciso ir ao ginásio, “se a pessoa andar meia hora a pé, já é bom” aconselha Isabel do Carmo. Até para quem quer engordar o exercício físico é benéfico, pois ajuda “a aumentar a massa muscular e a regular o apetite” conclui Paula Azedo.

http://www.publico.pt/Sociedade/so-quando-o-verao-chega-e-que-descobrimos-que-temos-peso-a-mais-1551377?all=1

sábado, 23 de junho de 2012

Agência Financeira: Filhos «custam» 10 mil euros às famílias

Quem tem filhos está sempre em pior situação: um estudo do INE revela que em média as famílias com crianças gastam mais 10 mil euros por ano do que os casais sem filhos.

Este estudo pretendia apurar como os portugueses gastam o dinheiro: as despesas da casa absorvem a maior parte dos orçamentos familiares; mas ter filhos pode significar um encargo adicional bem pesado.

As famílias com crianças gastam, em média, mais de 26 mil euros por ano com casa, comida, transportes, vestuário, ensino e saúde.

Já as famílias sem crianças gastam cerca de 16 mil euros anuais, menos 10 mil euros. É fácil de perceber porquê: os agregados com dependentes investem 10 vezes mais em educação, em média dois mil euros, gastam 1200 em vestuário e calçado, o dobro da fatura paga pelas famílias sem filhos.

Quem tem dependentes gasta ainda o dobro em atividades de lazer (1648 euros face a 740 euros do orçamento dos agregados sem crianças) e quase quatro vezes mais em transportes (4276 euros versus 1196 euros).

No mesmo inquérito, divulgado pelo INE, percebe-se que é nas despesas com a casa que mais dinheiro é gasto pelas famílias: renda ou prestação ao banco, água, eletricidade, gás, absorvem perto de 30% dos orçamentos familiares. A segunda maior fatia é gasta em transportes e a alimentação aparece em terceiro lugar.

A crise complicou os cálculos e comparando com anos anteriores percebe-se que os gastos com a casa continuaram a subir, enquanto as despesas com alimentação foram as que mais baixaram.

Olhando para as despesas por regiões, as famílias que vivem na zona de Lisboa e no Norte são as que gastam mais dinheiro; já os alentejanos são os que têm orçamentos mais apertados.

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/familias-crise-ine-gastos-filhos-educacao/1356528-1730.html

i online: Fertilidade. Casais adiam tratamentos devido ao custo da medicação

Há casais a adiar tratamentos de fertilidade por causa do custo da medicação. O alerta é da presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução (SPMR), Teresa Almeida Santos, médica do Centro Hospital Universitário de Coimbra. A especialista diz que as dificuldades têm vindo a agravar-se, tendo conhecimento de uma dezena de casais que já podiam ter começado o tratamento mas recusaram continuar por não conseguir pagar as hormonas necessárias para a estimulação ovárica (gonadotrofinas), que rondam os mil euros.

“Muitas vezes têm de gastar este valor no espaço de duas semanas e há casais a pedir alternativas menos eficazes mas mais baratas”, adverte Teresa Almeida Santos, ressalvando que mesmo nas condições ideais só um terço dos ciclos iniciados tem sucesso. As situações de desemprego ou suspensão de subsídios são algumas das justificações. Teresa Almeida Santos defende que a resposta do Estado a esta dificuldade devia ser mais assertiva. “Como acontece com os contracepção, esta medicação devia ter compar- ticipação total e não a 69%. A política no sentido de aumentar o acesso aos tratamentos de procriação assistida já deu frutos, mas receio que perante a actual conjuntura haja um recuo.” Que vai sair mais caro: “Temos o país com a mais baixa taxa de natalidade da Europa e não conseguimos proporcionar o nascimento de filhos aos casais que as desejam. Se adiamos os tratamentos porque não temos condições económicas, adiamos ainda mais a idade das mães. Não deve ser o timing económico a determinar o tratamento.”

Monitorização no papel O alerta surge a propósito do Dia da Fertilidade, que se assinala amanhã. Numa sessão formativa com jornalistas, a especialista questionou o facto de não ter sido implementado ainda a nível nacional o sistema FERTIS, projecto prometido desde 2009 pelo Ministério da Saúde para monitorizar listas de espera para tratamentos de infertilidade e agilizar a referenciação. “Sabemos que a norte de Lisboa não há listas de esperas, mas não temos conhecimento da realidade epidemiológica. Há casais inscritos em mais de um centro e a referenciação para o privado aconteceu umas escassas dezenas de vezes.” Almeida Santos considerou ainda que o actual modelo de financiamento destes tratamentos através de incentivos aos centros públicos que os fazem dá azo a diferentes interpretações: as instruções da Administração Central do Sistema de Saúde são para financiar um ciclo de tratamentos por casal/ano, ficando a actividade contratada aquém do que é realizado nos serviços. Na prática, as administrações decidem se continuam além do contratualizado ou se fazem mais de um ciclo, sendo o limite financiado de três.

Teresa Almeida Santos revelou os últimos dados sobre tratamentos, por publicar: em 2010 realizaram-se 6865 ciclos das diferentes técnicas de procriação, mais do dobro de em 2008. Destes resultaram 1233 partos, alguns de gémeos.

http://www.ionline.pt/portugal/fertilidade-casais-adiam-tratamentos-devido-ao-custo-da-medicacao

sexta-feira, 22 de junho de 2012

I online: DGS quer ir a casa de crianças até 4 anos para avaliar risco de acidente

A Direcção-Geral da Saúde quer melhorar a prevenção de acidentes domésticos com crianças pequenas indo a casa das famílias avaliar o risco, ao mesmo tempo que sensibiliza os pais. Ver onde são guardados os medicamentos e os detergentes, como se protegem janelas e varandas ou que medidas são tomadas para evitar o risco de afogamento são alguns aspectos das projectadas visitas domiciliárias nos primeiros quatro anos de vida “para avaliação de risco de acidente em ambiente doméstico e educação para a saúde/segurança”.

O objectivo surge no novo Plano de Acção para a Segurança Infantil, em discussão pública até dia 12 de Julho. Surge como principal iniciativa para reduzir o número e a gravidade dos acidentes até aos 4 anos em ambiente doméstico, área considerada uma das sete de “intervenção prioritária”.

O plano insere-se no Programa Nacional de Prevenção de Acidentes 2010-2016. Sobre estas visitas domiciliárias – que surgem entre dezenas de medidas sem datas concretas para avançar –, o documento define como acções iniciais identificar profissionais e organismos que já fazem visitas domiciliárias, adiantando que poderá ser aproveitada a experiência das estrutura das visitas domiciliárias a idosos. Lê-se que será necessário preparar instrumentos que permitam a avaliação, mas também definir orientações técnicas para guiar as visitas. Primeiro deverão arrancar projectos-piloto em alguns agrupamentos de centros de saúde para testar o modelo de visitas e só depois alargar aos restantes centros de saúde. Nas unidades envolvidas, a ideia passará por começar a referenciar para visita “todos os recém-nascidos através da notícia de nascimento”. O documento esclarece que só depois da discussão pública haverá uma calendarização das acções previstas.

Este plano começou a ser delineado em 2006, inicialmente pela Associação para a Promoção da Segurança Infantil e depois sob a coordenação do Alto Comissariado da Saúde, agora na DGS. Contou com a colaboração de 104 peritos, do Estado e de organizações da sociedade civil. Os relatores lembram que Portugal já foi alvo de recomendações da União Europeia e da Organização Mundial de Saúde no sentido reforçar a prevenção. Esta semana a APSI apresentou novos dados sobre a segurança infantil no país. Entre 2006 e 2010 houve 625 mortes por acidente até aos 19 anos. A maioria são provocadas por acidentes rodoviários, seguindo-se os afogamentos.

http://www.ionline.pt/portugal/dgs-quer-ir-casa-criancas-4-anos-avaliar-risco-acidente

Diário de Notícias: UNICEF lança campanha para salvar 45 milhões de crianças

Salvar a vida de 45 milhões de crianças até 2035, com tratamentos para doenças curáveis como a pneumonia, paludismo ou diarreia, é o desafio de uma campanha lançada hoje pela UNICEF, em parceria com 80 governos.

Promovida pela ONU com os governos dos Estados Unidos e Índia, a campanha "Call to Action", hoje lançada num fórum de alto nível em Washington, envolve também parceiros do setor privado, sociedade civil e organizações religiosas e é um "renovar da promessa para as crianças de todo o

"Temos as ferramentas, os tratamentos e a tecnologia para salvar milhões de vidas cada ano e não há desculpa para não as usarmos", afirmou Anthony Lake, diretor da agência da ONU para as Crianças (UNICEF), antes do lançamento da iniciativa.

Para Lake, atingir o objetivo implica um foco nas doenças que mais contribuem para a mortalidade infantil - diarreia, pneumonia e paludismo - aumentando a disponibilidade de tratamentos de baixo custo nos países mais afetados.

Nos últimos 40 anos, a mortalidade infantil caiu mais de 50 por cento, graças a novas vacinas, melhores cuidados de saúde e investimento na Educação, de acordo com dados da ONU.

Em 2010, 57 crianças em cada mil morreram antes de completarem cinco anos, a maioria vítimas de doenças curáveis, situando-se na África e Sul da Ásia as regiões mais problemáticas.

O objetivo da campanha "Call To Action" é reduzir este total para quase um terço - 20 fatalidades em 1.000 até 2035, o que significaria salvar a vida de 45 milhões de crianças durante esse período.

A estratégia passa por aumentar os recursos nos 24 países responsáveis por 80 por cento das mortes, com enfoque nas populações mais afetadas e nas doenças que levam a mais fatalidades.

A campanha tem ainda uma componente de educação de mulheres e crianças e medir os resultados de maneira mais eficaz.

Para o diretor da agência norte-americana para o Desenvolvimento (USAID), a tarefa está ao alcance da comunidade internacional.

"O desenvolvimento pode ser repleto de problemas que temos poucas formas de resolver. Ajudar uma criança a alcançar o seu quinto aniversário não é um deles", afirmou Rajiv Shah.

http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=2608079&page=-1

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Lasanha de atum



Ingredientes:
2 latas pequenas de atum em posta natural
100gr molho de tomate simples
100gr alho francês
100gr couve-flor
50gr milho
400ml molho bechamel
250gr massa fresca para lasanha

Preparação:
Numa tigela, misturar o atum com o molho de tomate.
Cortar o alho francês em rodelas e partir a couve-flor em pequenos florões. Numa tigela, juntar o alho francês, a couve-flor e o milho. Adicionar um pouco de molho bechamel e envolver bem.
Num pirex, forrar o fundo com uma folha de lasanha. Cobrir com metade do atum. Colocar outra folha de lasanha e cobrir com metade dos legumes. Repetir com outra camada de atum e outra de legumes. Terminar com uma folha de lasanha.
Cobrir totalmente com o restante molho bechamel.
Levar ao forno, pré-aquecido a 180º, durante cerca de 25 minutos.
Servir acompanhado de salada fresca.

Dicas:
Tanto o molho de tomate como o molho bechamel podem ser de compra, mas ficará mais delicioso e saudável se forem caseiros.
Pode-se juntar algumas folhas partidas de manjericão ao molho de tomate para aromatizar.

Receita em pdf.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Crianças pequenas na praia

Tuga que é tuga, gosta de praia! Faz parte dos nossos genes e temos todas as condições para aproveitar: lindas praias e excelente meteorologia!

Mas há que ter cuidados especiais quando a ida à areia dourada envolve criançada.

Que todos nós, miúdos e graúdos, devemos evitar as horas de maior calor, já sabemos. As recomendações de beber bastante água, colocar e recolocar protector solar, ter cuidado com o mar... também.

Mas quando se trata de crianças muito pequenas, os cuidados são ainda maiores:

·       Devemos estar pouco tempo na praia, pois os pequenotes cansam-se depressa
·       Evitar a praia entre as 11h e as 16h, pois o sol forte e o calor são muito prejudiciais
·       Dar água com regularidade, pois não pedem e desidratam facilmente
·       Usar chapéu de abas largas, que tape a nuca e faça sombra aos olhos
·       Roupas leves, de algodão e manga comprida, que os proteja do sol
·       Protector solar adequado à idade, de factor de protecção alto e mineral
·       Brincar à sombra do chapéu, sempre que possível
·       Usar pulseira com identificação, não vá uma distracção correr mal
·       Roupa suplente, para fazer face a algum disparate :)

Boa praia!

terça-feira, 19 de junho de 2012

Não deixar passar a data de validade


Hoje começa uma nova rubrica: os artigos partilhados!

O convite foi lançado há três semanas e hoje começamos com uma dica partilhada por uma leitora e amiga :)

Lembram-se da dica Despachar stock da despensa e congelador? Pois bem, quando estiverem a dar uma volta à despensa e encontrarem alguma coisa quase a passar a validade, basta colocar a embalagem em cima da bancada da cozinha.

Ver uma embalagem fora do lugar pode ser o suficiente para fazer uma receita que inclua aquele ingrediente evitando desperdícios.

Já experimentei esta dica com um pacote de natas com cogumelos cuja validade acabava no final de Junho. E resultou! Já foi usado e não se estragou nada.

Obrigada pela partilha!

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Viva o Verão

Às 23h09 do próximo dia 20, começa, oficialmente o Verão! Estação preferida da maioria dos portugueses.

Seja pelo bom tempo, pelas férias gozadas, pelos dias mais compridos, a verdade é que o verão traz boa disposição quase imediata.

Por isso, comemorem!

O tempo convida a mergulhos, churrascadas e noitadas. Por isso, peguem na família e dêem um saltinho até à praia. Combinem com os amigos um piquenique no parque municipal. Visitem a família que está longe e aproveitem as festas da aldeia.

Aproveitem!!!

Bom Verão!

domingo, 17 de junho de 2012

Correio da Manhã: Mortalidada materna e infantil em queda acentuada desde 1990

A mortalidade materna e infantil caiu acentuadamente nos países pobres desde 1990, de acordo com um relatório que integra o 'Countdown 2015', uma iniciativa das Nações Unidas que aponta ainda para a necessidade de melhorar.

Em causa está atingir alguns dos denominados 'Objectivos do Milénio' em matéria de saúde materna e infantil em 75 países em desenvolvimento até 2015, como reduzir dois terços da mortalidade de crianças com menos de cinco anos e três quartos da materna.

Segundo o relatório, publicado na revista médica britânica The Lancet, a mortalidade materna anual nesses países - a maioria dos quais na África subsaariana e no sudeste asiático - caiu quase para metade entre 1990 e 2010 (de 543.000 para 287.000). Já a mortalidade infantil em menores de cinco anos passou de 12 milhões por ano em 1990 para 7,65 milhões em 2010, o que representa uma diminuição de 36,6 por cento, refere o documento.

Alguns países mais pobres conseguiram progressos "espectaculares" para reduzir a mortalidade infantil nas crianças com menor idade, referem os autores do estudo, que felicitam os contributos de peritos das universidades norte-americanas John Hopkins e Harvard, da London School of Hygien and Tropical Medicine (Escola de Londres de Higiene e Medicina Tropical) e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

O mesmo estudo refere que as taxas de mortalidade de crianças muitos jovens em numerosos países africanos baixaram duas vezes mais nos últimos anos que durante o decénio de 1990.

Botswana, Egipto, Libéria, Madagáscar, Malawi, Ruanda e Tanzânia são países onde a taxa de mortalidade infantil diminuiu cinco por cento ou mais por ano entre 2000 e 2010.

Progressos semelhantes registaram-se na mortalidade materna e num pequeno número de nações como Guiné Equatorial, Nepal e Vietname, em que a diminuição chegou a atingir 75 por cento ao ano.

Apesar destes progressos, apenas 22 dos 75 países abrangidos pelo 'Countdown 2015"' ('Contagem Decrescente 2015') estão perto de atingir os objectivos do milénio fixados pela Organização das Nações Unidas (ONU), concluiu o trabalho.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/mortalidade-materna-e-infantil-em-queda-acentuada-desde-1990

Diário Digital: Alergias alimentares são mais comuns em crianças das cidades

As alergias alimentares são mais comuns em crianças que vivem em cidades grandes do que em crianças que habitam em áreas menos populadas. Os dados foram obtidos numa nova pesquisa (desenvolvida na Universidade Northwestern, EUA) que contou com depoimentos de pais e avaliação de factores de risco como etnia, sexo, idade, rendimentos dos pais e latitude de onde viviam.

As causas desse fenómeno ainda são desconhecidas, mas os investigadores acreditam que o problema pode ser explicado por um aumento na quantidade de alimentos processados ou a dificuldade de acesso a comidas produzidas localmente.

A literatura médica mostra que pessoas que vivem em cidades grandes têm taxas mais altas de asma, eczema e outros tipos de alergias, mas esta pesquisa é a primeira a relacionar o problema com regiões geográficas.

A pesquisa foi publicada no periódico Clinical Pediatrics.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=577506